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31 de dez. de 2027

É O BELO JARDIM

Jardins do Mondego" viola mesmo zona verde do PDM
Por Nelson Morais JORNAL DE NOTÍCIAS

A segunda peritagem pedida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, no âmbito do processo que envolve a urbanização Jardins do Mondego e a eventual violação do Plano Director Municipal (PDM) de Coimbra, confirma que a Câmara permitiu a construção de dois lotes sobre área classificada como "zona verde de uso público".Se o colectivo de juízes que julga o caso validar a posição remetida pelo grupo de cinco peritos, que inclui um nomeado pela Câmara de Coimbra, poderão ser demolidos os lotes nº 1 e nº18 - o primeiro tem implantado um prédio com seis pisos de habitação, mais dois de estacionamento; e o outro tem construído um estacionamento subterrâneo e um arruamento de acesso ao loteamento.Já em 2005, com a cidade de olhos postos na urbanização, a autarquia ordenou a demolição dos últimos andares de uma série de torres que não constavam do projecto aprovado e faziam o loteamento ultrapassar o índice de construção permitido pelo PDM.A edificação sobre a zona verde, que o PDM concebeu como uma espécie de corredor de ligação do Jardim Botânico ao (actual) Parque Verde do Mondego, com 50 metros de largura, colocou a Câmara presidida por Carlos Encarnação no banco dos réus.Há um segundo réu o fundo de investimento da Caixa Geral de Depósitos (Fundimo) que comprou o loteamento a Emídio Mendes, um empresário também conhecido pelas suas ligações ao mundo do futebol e, em particular, ao presidente da Académica, José Eduardo Simões. O caso dos andares ilegais foi mesmo um dos que desencadeou a investigação policial que vai obrigar Simões - que acumulava o cargo de director municipal de urbanismo, quando a maior parte da obra foi feita - a responder em tribunal por vários crimes de corrupção. Projectista não foi peritoA propósito do referido corredor verde, o tribunal pedira uma primeira peritagem, mas os especialistas indicados limitaram-se a fazer medições em planta. O da autarquia concluiu pela não violação do PDM, mas os outros defenderam que o Lote 1 ocupava 576 metros quadrados de zona verde.O colectivo presidido pela juíza Helena Canelas pediu então às partes que nomeassem novos peritos e que estes fizessem medições no terreno. O promotor imobiliário nomearia o autor do projecto, Gonçalo Byrne, mas o tribunal recusou tal acumulação e aquele perdeu direito a nova escolha. Ministério Público, tribunal e Câmara indicaram cinco.Os peritos concluíram que o Lote 1 - aprovado em 1998, mas construído durante o primeiro mandato autárquico de Encarnação - está parcialmente implantado em zona verde. Consideraram, ainda assim, prudente não contabilizar essa ocupação. Já a restante área verde é ocupada, quase na totalidade, pelo lote 18 e o referido arruamento, que foram aprovados em 2004.O JN tentou, sem êxito, ouvir o projectista e o vereador do urbanismo, João Rebelo. Se o tribunal, que ainda não marcou a próxima audiência do julgamento, vier a decidir que o PDM foi violado e o promotor não agir em consonância, caberá ao procurador João Garcia desencadear nova acção, para forçar a demolição dos dois lotes. O promotor está autorizado a prosseguir as obras nos outros 16, mas não o tem feito.
06.04.2008-JN
Em Coimbra, uma peritagem conclui que a urbanização Jardins do Mondego usurpa área verde e de uso público. Em Oeiras, um autocarro desgovernado invade a vivenda de um casal.Figura Carlos Encarnação O presidente da Câmara de Coimbra volta a ter em mãos um problema urbanístico "bicudo". O empreendimento tem sido uma dor de cabeça. Já em 2005, a edilidade teve que ordenar a demolição dos últimos andares, uma vez que ultrapassavam os limites legais. Peritagem à urbanização Jardins do Mondego, projectada por Gonçalo Byrne, em Coimbra, conclui que a autarquia autorizou a construção de dois lotes em área classificada como zona verde e de uso público. Dois lotes do empreendimento, já em construção, poderão vir a ser demolidos

31 de dez. de 2026

DEU MICO! É PRECISO TER AZAR

Sabia que...

- A nova aposta de investimento é a Romênia, onde é facil ficar fazendo... o que se faz no Brasil?

- Que o novo funcionario do grupo é um romeno, ex-massagista do time de futebol do Sporting.

- Que a Riviera patrocina agora um time de futebol na Romênia, a troco de 100.000 Euros por ano?

- Que as dívidas do grupo subiram astronômicamente devido a investimentos ruinosos no Brasil?

- Que o Emidio entrou num iate a passeio e o iate, que é um elefante branco até hoje?

- Que o hotel de Setúbal (BONFIM)está fechado faz 10 meses e a obra de reformulacão nem começou?
Que esse hotel foi comprado sem ter licenca de utilizacão?

Que o negócio do gas é (Nacionalgás) ruinoso, a Digal lhes empurrou clientes que nunca o serão?

Via Saramago, cortado e plantado pelo Jardineiro

Oh Rui Avelar, não quer dar uma ajuda?

SIGA LA VACA


Clube prometeu vender terreno que ainda pertence à PROCAC


Escrito por Rui Avelar
28-Nov-2007
Há dois anos e meio, a Académica/OAF terá embolsado 450.000 euros por se comprometer a vender um terreno, que ainda não lhe pertence, e edificações projectadas para o topo Norte do largo de João Paulo II (sito na «Alta» de Coimbra). Eduardo Simões, que foi director de urbanismo, aliou à condição de accionista e gestor da PROCAC (proprietária do terreno) a qualidade de presidente do clube, sendo que este passou a controlar aquela sociedade anónima.
Na qualidade de “futura detentora” de um terreno, a Académica/OAF prometeu celebrar com uma empresa um contrato-promessa para venda de 11 fogos, um estabelecimento comercial e 12 garagens, cujo projecto de arquitectura foi aprovado para a rua de Alexandre Herculano, apurou o “Campeão”.
A 04 de Abril de 2005, sendo o presidente da Briosa, José Eduardo Simões, simultaneamente gestor da sociedade anónima (SA) PROCAC e director de urbanismo na Câmara de Coimbra, o clube assinou com a Brasfer - Imobiliária um acordo atinente à aquisição do imóvel onde funcionou a respectiva sede e de um terreno adjacente.
A referida firma é presidida pelo empresário Emídio Mendes, promotor do empreendimento Jardins do Mondego.
A Académica/OAF obrigou-se comprar o terreno adjacente ao imóvel onde funcionou a respectiva sede.
Como noticiámos na semana passada, a Direcção da Briosa espera ver definidos, no próximo plenário de accionistas da PROCAC (convocado para 13 de Dezembro), os termos da transferência de propriedade.
No acordo, a cujo teor o nosso Jornal teve acesso, a Académica/OAF propôs-se alienar a totalidade das edificações a construir mediante a promessa de recebimento de 450.000 euros.
A referida operação visa a obtenção dos recursos indispensáveis à compra do edifício existente, que a Briosa tenciona manter em seu poder, e do terreno adjacente. Destina-se ainda a garantir a realização de obras no referido edifício, sendo que para este fim a Brasfer se comprometeu a entregar 200.000 euros.
O clube comprometeu-se a efectuar uma operação urbanística e a obter da Câmara de Coimbra as indispensáveis licenças para a construção das edificações previstas e das obras de remodelação, reabilitação e recuperação do edifício sito no topo Sul da rua de Alexandre Herculano (sentido ascendente).
O documento consagra, por outro lado, que a Brasfer efectue as obras previstas para a sede da PROCAC - Sociedade de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Construção, bem como as inerentes às edificações projectadas.
Representada por Eduardo Simões e pelos vice-presidentes Luís Godinho e Luís Neves, a Direcção da Académica/OAF comprometeu-se a celebrar um contrato-promessa para venda das edificações a construir, devendo subscrevê-lo no prazo de 90 dias a contar da data de transferência da posse do terreno e do edificio da PROCAC para o clube.

Eventual cessão

O documento contempla a possibilidade de o clube designar uma terceira entidade para encabeçar a titularidade jurídica do prédio, caso em que poderá transmitir para essa entidade, sem necessidade de consentimento da Brasfer, os direitos e obrigações decorrentes para si da posição no acordo. Em tal caso, a Académica/OAF assumirá solidariamente com a entidade cessionária a responsabilidade pelo cumprimento das obrigações por ela assumidas.
O cenário acabado de descrever estará subjacente aos termos que vierem a resultar do desfecho negocial entre a Briosa e a PROCAC.
Segundo foi revelado na última reunião da Assembleia Geral do clube, a operação decorre da consolidação da sua participação na estrutura accionista da Sociedade de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Construção.
Como noticiámos a 31 de Maio de 2007, accionistas daquela sociedade anónima desconfiam que a Direcção da Académica/OAF queira extingui-la na sequência da eventual venda do património de que é proprietária.
Eduardo Simões escusou-se a esclarecer a dúvida, bem como a responder a outras perguntas postas, há meio ano, pelo nosso Jornal.
O capital social da PROCAC foi aumentado recentemente (de 35.000 euros para 52.500), através de incorporação de reservas, e o Conselho de Administração, quando julgar conveniente, mediante parecer favorável do Conselho Fiscal, poderá elevá-lo até à importância de 250.000 euros.
É neste contexto, perante o cenário de a Briosa passar a deter 75 por cento do capital social, que vários accionistas da referida SA manifestaram ao “Campeão” desconfiança de que ela seja extinta por decisão do clube após a referida venda.
A Académica/OAF, que já possui cerca de 60 por cento do capital social da PROCAC, pediu à Câmara de Coimbra, em 2005, a aprovação de um projecto de arquitectura para construção de um edifício adjacente ao largo de João Paulo II.
A informação remetida ao executivo municipal alude à requerente como se da sociedade anónima se tratasse, embora o pedido de deferimento do projecto tenha sido apresentado pelo clube.
A Sociedade de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Construção foi constituída em meados da década de 70 [do século XX] para prestação de apoio ao CAC - Clube Académico de Coimbra, entidade que precedeu a criação do OAF (um organismo autónomo “sui generis” da Associação Académica).


ONDE PÁRA?

Acordo de Fernando Moura com a firma Segecamp
Escrito por CP
30-Out-2007
A firma Segecamp, a que é associado o empresário Emídio Mendes, e o antigo director do “Novo Jornal”, Fernando Moura, prescindiram anteontem da realização de um julgamento no Tribunal do Trabalho de Coimbra inerente a uma acção em que o demandante reclamava o pagamento de cerca de 37.000 euros.
Arrolado como testemunha por Fernando Moura, Emídio Mendes esteve ausente do Tribunal, tendo cabido a Wilson Dias representar a empresa demandada.
O demandante limitou-se a informar os jornalistas que foi alcançado um acordo, mediante o qual deverá ser indemnizado pela Segecamp, Serviços de Comunicação, Marketing e Publicidade.
Apesar das diligências nesse sentido, foi impossível o “Campeão” falar com Wilson Dias.
O antigo director do “Novo Jornal” demandou judicialmente a empresa que se propõe lançar outro semanário em Coimbra (vide edição do “Campeão” de 16 de Agosto de 2007).
Embora o dia 18 de Janeiro deste ano tivesse sido escolhido para data de lançamento do novo projecto da Segecamp, esta sociedade invocou “necessidade de mudança de estratégia editorial”.
O demandante foi contratado por um ano para dirigir o jornal “Imprensa Livre”, mas acabou por ser despedido ao fim de um mês, alegando a firma ter cancelado o vínculo dentro do período experimental acordado.
Segundo Fernando Moura, era desejo do empresário Emídio Mendes haver um jornal a veicular outra versão sobre o embargo da urbanização Jardins do Mondego, em construção em Coimbra (vide a nossa edição de 07 de Abril de 2005).

A TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA

Media: Director de jornal despedido por empresa de Emídio Mendes recebe 20 mil euros de indemnização
Coimbra, 29 Out (Lusa) - O ex-director do jornal Imprensa Livre Fernando Moura vai receber uma indemnização por despedimento da Segecamp, associada ao Riviera Group, liderado pelo empresário Emídio Mendes, após acordo a que chegaram hoje no Tribunal de Trabalho de Coimbra (TTC).
Fernando Moura receberá cerca de 20 mil euros, metade do que exigiu inicialmente como indemnização.
Convidado em 2006 para dirigir um novo jornal, o Imprensa Livre, registado em nome da empresa Segecamp - Serviços Gerais de Comunicação, Marketing e Publicidade, Moura foi ao fim de um mês substituído no cargo por um colaborador mais próximo de Emídio Mendes, Paulo Sérgio Santos, o que o levou a recorrer ao Tribunal de Trabalho.
Moura exigia, por alegado incumprimento do contrato de trabalho, uma indemnização na ordem dos 40 mil euros, correspondente a 12 meses de salário, mas aceitou esta tarde que o julgamento não se efectuasse, contra o pagamento pela arguida de metade desse montante.
Uma fonte ligada ao processo disse à agência Lusa que o acordo entre a Segecamp e Fernando Moura prevê que a indemnização seja paga até dia 10 de Novembro.
Como testemunhas, Moura arrolou Paulo Sérgio e o próprio Emídio Mendes, que não compareceu hoje nas instalações do TTC, em Celas.
Emídio Mendes, promotor do complexo habitacional "Jardins do Mondego", em Coimbra, que se encontram embargados devido a diversas ilegalidades, terá protagonizado as negociações com o queixoso e ex-director do extinto Novo Jornal para que este assumisse a direcção do Imprensa Livre e fizesse as diligências legais e comerciais necessárias ao arranque do novo projecto editorial.
Antes, o Novo Jornal, dirigido por Fernando Moura e cujo escritório funcionou numa loja da avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra, editou apenas dois números, em 2006.
Na sequência de contactos de Fernando Moura com diversos investidores a fim de viabilizar o seu projecto, Emídio Mendes veio a negociar com ele a publicação de um novo título, denominado Imprensa Livre.
A Segecamp, após ter substituído aquele profissional por Paulo Sérgio, ao fim de um mês, alegou que tinha contratado o primeiro director a título experimental, o que veio a ser contestado por Fernando Moura, ligado há mais de duas décadas ao sector dos media, em Coimbra.
A Segecamp, que tem Wilson Dias como administrador, apresentava como testemunhas o actual director do título, Paulo Sérgio, e a assessora de imprensa da Académica (Organismo Autónomo de Futebol), Andreia Madeira, entre outras.
Paulo Sérgio confirmou esta tarde à Lusa que as partes estabeleceram um acordo no TTC, mas escusou-se a fazer quaisquer declarações.
O presidente do clube de futebol dos estudantes, José Eduardo Simões, é arguido num processo relacionado com os "Jardins do Mondego", tendo sido acusado de oito crimes de corrupção.
O semanário Imprensa Livre está registado com o número 125156, tendo agora como director Paulo Sérgio Santos.
Segundo a lista de publicações periódicas registadas na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a redacção tem sede em Carcavelos, arredores de Lisboa, apresentando um e-mail de serviço do Riviera Group.
CSS.
Lusa/fim
Em 2007-10-29; Fonte lusa.pt

PASSA POR MIM NA BEIRA RIO

Investigação: Financiamento partidário
PS recebeu dinheiro de empreiteiros
Durante dois anos, a Polícia Judiciária de Coimbra investigou à lupa os negócios de Luís Vilar, dirigente e autarca socialista naquela cidade. E descobriu que o vereador, sem pelouro e sem ordenado na Câmara, conseguiu nos últimos anos amealhar uma fortuna invejável. No processo, que o CM consultou, é evidenciado que Vilar era o homem do “dinheiro” em Coimbra, o principal “financiador” do PS, ao ponto de Vítor Baptista, candidato à presidência, precisar que aquele fosse avalista da sua campanha. Foi feita uma livrança de 100 mil euros para que a mesma se concretizasse, tendo ainda Vilar emprestado 20 mil euros ao candidato a presidente. Os negócios foram investigados e embora o MP acabasse por propor o arquivamento de muitos destes casos, uma verdade tornou-se evidente. As cumplicidades no poder local geram compadrios difíceis de entender.
Designadamente como é que os empresários com negócios pendentes na autarquia, emprestam ou pedem emprestado dinheiro a vereadores. E como de forma ilegal se financiam campanhas eleitorais, na expectativa de favores futuros.Pediu dinheiro a empreiteiro.O empresário Emídio Mendes conseguiu construir um lote de prédios com um andar a mais do que o previsto, nos Jardins do Mondego, em Coimbra. A investigação feita pela PJ encontrou também estranhas ligações daquele empreiteiro a Luís Vilar. Primeiro foi financiador confesso da campanha do PS em dez mil euros – sem ter recebido recibo – depois entregou uma quantia não determinada ao vereador para que reformasse as letras que havia feito para emprestar a Vítor Baptista.Está tudo nas escutas telefónicas e as explicações dadas pelos envolvidos não batem certo. Emídio Mendes confessa efectivamente ter dado dez mil euros a Vilar, mas ao PS só chegou metade. O recibo, no entanto, não foi passado em nome do empreiteiro, mas sim do autarca, que passou por benemérito.Depois, Vítor Baptista diz desconhecer os pedidos subsequentes feitos por Vilar junto de Emídio Mendes para que aquele lhe desse mais dinheiro. O autarca parecia preocupado com a livrança que precisava de ser reformada, mas o empreiteiro tentava esquivar-se. Diz a PJ que ainda lhe deu uma segunda quantia, em montante que não conseguiu determinar, num encontro que foi vigiado pelos investigadores.
CORREIO DA MANHA 29-10-07

BAIXADA SANTISTA

Só Victor Baptista estaria a par de aparente segredo de Luís Vilar
Escrito por Rui Avelar
24-Out-2007
Os autos do inquérito ao abrigo do qual Luís Vilar foi constituído arguido sugerem ser o líder distrital do PS/Coimbra, Victor Baptista, a única pessoa a par das conversas entre o acusado e o empresário Emídio Mendes, apurou o nosso Jornal.
Numa das conversas ocorridas entre Luís Vilar e Emídio Mendes, este admitiu a expectativa do seu interlocutor em relação a um encontro de ambos e, noutra, o dirigente partidário comunicou ao empresário a abertura do inquérito em cujo âmbito foi constituído arguido o presidente da Académica/OAF e ex-director de urbanismo de Coimbra.

Segundo a acusação deduzida pelo Ministério Público ao líder concelhio conimbricense do PS, Luís Vilar, o arguido terá incorrido na prática de financiamento partidário ilícito, no âmbito da campanha para as eleições autárquicas de 2005, sendo o alegado crime punível com pena de prisão de um a três anos.
Associado a este eventual crime estará outro de tráfico de influências, que é caracterizado por uma conduta destinada a solicitar ou aceitar vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para abusar da respectiva influência (real ou suposta) junto de qualquer entidade pública.
Por ocasião dos actos eleitorais autárquicos de 2005, Luís Vilar emprestou 20.000 euros ao seu camarada Victor Baptista e foi avalista de outro empréstimo no montante de 100.000 euros contraído pelo líder distrital do PS/Coimbra no Finibanco.
Segundo a acusação, Emídio Mendes (ligado ao empreendimento Jardins do Mondego) terá concedido ao arguido, depois da entrega de um donativo (legal) para o Partido Socialista, um montante por apurar tido como suficiente para proceder à reforma de uma livrança.
Como o nosso Jornal noticiou a 20 de Abril de 2006, data em que revelou (em primeira mão) a constituição do líder concelhio do PS/Coimbra como arguido, Luís Vilar, enquanto vereador, absteve-se de questionar a acumulação de funções de José Eduardo Simões como director de urbanismo na Câmara Municipal de Coimbra e dirigente da Académica/OAF. O autarca ignorou ainda os polémicos processos do empreendimento Jardins do Mondego e da construção de uma moradia a jusante da rua de Machado de Castro, cujo promotor, Jorge Tavares de Almeida, é administrador da sociedade gestora de participações sociais Finibanco.
Ao abrigo do exercício do direito de resposta, Victor Baptista fez a publicar a 15 de Outubro de 2007, no Correio da Manhã, uma nota em que nega o envolvimento do PS/Coimbra em qualquer financiamento ilegal.
“Não pratiquei qualquer acto ilícito enquanto vereador com pelouros”, afirmou Luís Vilar a 01 de Outubro, em conferência de Imprensa, tendo acrescentado que também não interveio em votações que tenham causado prejuízo ao município de Coimbra.
Ao imputar “falta de consistência” à acusação e invocando esperança em poder demonstrar a sua inocência, o arguido disse, entretanto, que se lhe afigura ridículo o facto de o MP associar um empréstimo por ele contraído em 2002 junto do sócio - gerente da BragaParques a um eventual favor alegadamente prestado àquela empresa no final do século XX (vide edições do “Campeão” de 01, 08 e 22 de Fevereiro de 2007).
HABITAÇÃO SOCIALISTA
Acusação em Coimbra: Líder da concelhia do PS acusado de corrupção

Os 50 mil euros que o sócio-gerente da Bragaparques, Domingos Névoa, emprestou ao líder da concelhia de Coimbra do PS estão na origem da acusação de corrupção feita pelo Ministério Público a ambos. Domingos Névoa é acusado de corrupção passiva por ter emprestado os 50 mil euros, em 2002, a Luís Vilar, vereador da Câmara de Coimbra e presidente da concelhia socialista, que deu como contrapartida o voto favorável à construção de um parque de estacionamento na Baixa da cidade, numa zona conhecida por ‘Bota Abaixo’. Na acusação feita pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra é admitido que uma parte do empréstimo tenha sido liquidada mas o apuramento feito pela investigação sobre a quantidade de dinheiro devolvida não passa dos 10 mil euros. A Bragaparques tem negócios imobiliários em Coimbra e Domingos Névoa é amigo de Luís Vilar, acusado neste caso do crime de corrupção passiva, punível com uma pena de prisão até oito anos.Luís Vilar reagiu à acusação do DIAP com uma conferência de imprensa na sede do próprio partido, facto que está a causar profundo mal-estar nos círculos locais socialistas mas também junto da direcção nacional do partido.Na mesma acusação são imputados a Vilar mais quatro crimes, sendo três de abuso de poder e um de tráfico de influências. O MP e a PJ de Coimbra apuraram que Vilar declarou às Finanças rendimentos de 235 mil euros entre 2001 e 2005, mas no mesmo período construiu um património financeiro de mais de 675 mil euros. “Só através do recurso a valores de origem diferente da do salário, que lhe era pago enquanto autarca, e de uma pensão conseguiu adquirir a título oneroso determinado património e vantagens patrimoniais”, assinala a acusação.O caso de tráfico de influências está relacionado com suspeitas de financiamento partidário. Vilar terá recebido do empresário Emídio Mendes, ligado ao empreendimento Jardins do Mondego, uma verba de 20 mil euros, que foi canalizada para o presidente da distrital do PS, Vítor Batista, eleito nas Legislativas de 2005 por Coimbra. O empresário foi ainda avalista de outro empréstimo contraído por Vítor Batista.
SIMÕES EM JULGAMENTO
A acusação a Luís Vilar e Domingos Névoa foi conhecida poucos dias depois de o Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra ter pronunciado o presidente da Académica, José Eduardo Simões, por oito crimes de corrupção. Ou seja, Simões vai ser julgado por oito situações de alegado recebimento ilícito de dinheiro ou outros bens quando era director do Urbanismo da Câmara de Coimbra. Os crimes, segundo a defesa e Almeida Santos, presidente do PS e sócio da Académica que saiu em defesa de Simões, terão sido praticados a favor do clube. A magistrada que pronunciou Simões considerou que a investigação “demonstra de forma exuberante o objectivo das vantagens patrimoniais atribuídas por empresários da construção civil quando o arguido passou a desempenhar funções na Câmara de Coimbra e exercia o cargo de vice-presidente da Académica.
OS CASOS DE ABUSO DE PODER
Os crimes de abuso de poder de que Vilar é acusado estão relacionados com a sua intervenção enquanto vereador na aprovação de um plano de pormenor para a quinta de S. Jorge de Milreu.
TERRENO
O objectivo era dedicar 20 mil m2 do terreno da quinta para habitação. À data da votação, Vilar era presidente do conselho fiscal da associação que tinha o alvará da Escola Vasco da Gama.
ASSOCIAÇÃO
Um ano depois, o dirigente socialista, Luís Vilar, era presidente da referida associação e esta passou de um organismo com objectivos não lucrativos para uma sociedade comercial

PARAISO TROPICAL

Luís Vilar em risco de ficar sem uns milhares de euros

Escrito por Rui Avelar - Campeão das Províncias
03-Out-2007
O Ministério Público e a Polícia Judiciária estimam em perto de 675.000 euros a diferença entre o património financeiro que imputam a Luís Vilar (PS) e os rendimentos (cerca de 235.000 euros) por ele declarados para efeitos fiscais no quinquénio 2001/05, soube o “Campeão”.
Em Abril de 2006, por ocasião de uma apreensão ordenada judicialmente, o líder concelhio do PS/Coimbra e vereador detinha em contas bancárias quantias no montante de 107.000 euros.
“Só através do recurso a valores de origem diferente da do salário [que lhe era pago enquanto autarca] e da da pensão, [Luís Vilar] conseguiu adquirir a título oneroso determinado património e vantagens patrimoniais” (um e outras alcançados no mesmo período), considera a acusação que acaba de ser deduzida pelo MP.
Em Março e Abril de 2002, indica a peça acusatória (a que o “Campeão” acedeu mediante requerimento), o líder concelhio do PS/Coimbra depositou numa conta bancária 111.000 euros.
Numa atitude rara, o arguido convocou para segunda-feira na sede de Coimbra do Partido Socialista uma conferência de Imprensa destinada à “prestação de esclarecimentos” sobre o processo em cujo âmbito foi constituído arguido há ano e meio.
A escolha da rua de Oliveira de Matos para acolher o encontro com jornalistas foi mal recebida por militantes socialistas conimbricenses e por dirigentes partidários de âmbito nacional, opinando uns e outros que Luís Vilar devia ter evitado falar da sua situação processual em instalações do PS.
O arguido revelou ter-lhe sido imputada, pelo MP, a presumível prática de cinco crimes, sendo que a dedução de acusação compreende um de corrupção passiva para acto ilícito, um de tráfico de influências e três de abuso de poder.
O tráfico de influências e o abuso de poder são crimes conexos à corrupção, caracterizando-se o primeiro por uma conduta destinada a solicitar ou aceitar vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para abusar da respectiva influência (real ou suposta) junto de qualquer entidade pública.
O despacho de acusação, que será sujeito a escrutínio pelo Tribunal de Instrução Criminal, surge ao abrigo de um inquérito aberto em 2003 no âmbito do qual o líder concelhio do PS/Coimbra foi constituído arguido em Março de 2006.
Na nova fase, correspondente à abertura de instrução, o arguido espera poder demonstrar a sua inocência.
Segundo Luís Vilar, foi proferido despacho de arquivamento em relação a sete alegados ilícitos a que aludia uma carta anónima que esteve na base da abertura do inquérito.
O presumível ilícito inerente a tráfico de influências e um suposto crime de abuso de poder prendem-se com uma verba para financiamento partidário entregue a Luís Vilar pelo empresário Emídio Mendes (ligado ao empreendimento Jardins do Mondego).
Por ocasião dos actos eleitorais de 2005, Luís Vilar emprestou 20.000 euros ao seu camarada Victor Baptista e foi avalista de outro empréstimo contraído pelo líder distrital do PS/Coimbra.
Segundo a acusação, Emídio Mendes terá concedido ao arguido, depois da entrega de um donativo para o PS, um montante por apurar tido como suficiente para proceder à reforma de uma livrança
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SIMÕES VAI A JULGAMENTO


Coimbra, 26 Set (Lusa) - O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Coimbra decidiu hoje levar a julgamento os oito crimes de corrupção imputados pelo Ministério Público ao presidente da Académica e antigo director de Urbanismo da câmara, José Eduardo Simões.
À saída do tribunal, o advogado do dirigente desportivo, Rodrigo Santiago, disse aos jornalistas que o TIC não aceitou os argumentos do seu constituinte para que seis daqueles crimes, para os quais foi requerida a instrução, fossem excluídos do processo nesta fase.
Desvalorizando a decisão do TIC, Rodrigo Santiago alegou que "havia matéria" para avançar com a instrução, deixando de fora pelo menos alguns dos crimes, mas que, da mesma forma, existe "matéria para realizar a defesa" do arguido durante o julgamento.
O presidente da Associação Académica de Coimbra (Organismo Autónomo de Futebol, OAF) não pediu a abertura de instrução para dois dos crimes de que fora acusado pelo Ministério Público, tendo em conta que se trata de "matéria de prova muito complicada", declarou o causídico à agência Lusa na terça-feira.
Fonte: Lusa

DOUTÔ EMIDINHO, QUE COLABROU COM A BÓFIA, SAFA-SE DESTA E DEIXA CAIR O ZÉ...MAS O DONO DOS JARDINS DO MONDEGO AINDA TEM UMAS CONTAS A AJUSTAR COM A JUSTIÇA E CONTINUA COM O ANDAR EMBARGADO. DEUS QUEIRA QUE O SEU DEUS ESTEJA DO LADO DELE.

A SAGA DE EMIDIO MENTES NA IMPRENSA LIVRE

EM PORTUGAL...
Promotora de novo jornal demandada judicialmente
Escrito por Rui Avelar14-Ago-2007
CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS
Fernando Moura, que dirigiu o “Novo Jornal”, demandou judicialmente uma empresa que se propõe lançar outro semanário em Coimbra, a Segecamp, Serviços de Comunicação, Marketing e Publicidade, a que é associado o empresário Emídio Mendes, ligado ao empreendimento imobiliário “Jardins do Mondego”, apurou o “Campeão”.O demandante foi contratado por um ano para dirigir o jornal “Imprensa Livre”, mas acabou por ser despedido ao fim de um mês, alegando a firma ter cancelado o vínculo dentro do período experimental acordado.O julgamento da acção instaurada contra a Segecamp está previsto para 29 de Outubro de 2007, no Tribunal do Trabalho de Coimbra, contando-se entre as testemunhas arroladas pela empresa Andreia Madeira, assessora de Imprensa da Académica/OAF, cujo presidente é pessoa das relações de Emídio Mendes.O demandante arrolou como testemunhas, entre outras pessoas, o empresário Emídio Mendes e Paulo Sérgio Santos.Contactada pelo “Campeão”, Andreia Madeira disse desconhecer que o seu nome foi indicado no âmbito da prova testemunhal fornecida pela demandada, mas admitiu que isso possa acontecer ao abrigo das suas relações de amizade com Paulo Sérgio, que sucedeu a Fernando Moura como director indigitado do novo projecto editorial da Segecamp.Segundo a assessora de Imprensa da Académica/OAF, houve uma conversa entre ela e Paulo Sérgio, cujo teor se escusou a revelar.Andreia Madeira afirmou, por outro lado, desconhecer que Emídio Mendes seja associado à Segecamp.Segundo Fernando Moura, Wilson Dias, ligado à referida firma, pediu-lhe para indagar se havia escritórios vazios no Estádio Cidade de Coimbra a fim de ser lançada, em Janeiro de 2007, a publicação do “Imprensa Livre”.Paulo Sérgio terá dito a Fernando Moura que ia falar com o presidente da Académica/OAF, José Eduardo Simões, e posteriormente terá comentado que a conversa correu bem, a ponto de lhe acenar com “uma grande surpresa”.Contactado pelo nosso Jornal, Paulo Sérgio Santos escusou-se a tecer qualquer comentário sobre aquilo que Fernando Moura invoca.O demandante sustenta só ter aceitado a vigência de um período experimental por, alegadamente, lhe terem dito tratar-se de uma cláusula obrigatória do contrato.Despedido a 27 de Dezembro de 2006, na versão da empresa demandada, Moura afirma ser por exclusiva culpa da ré que nunca lhe foi possível desempenhar as funções de director.O queixoso diz, por outro lado, que apenas a 05 de Janeiro de 2007 (esgotado o mês do período experimental) recebeu uma carta da Segecamp a comunicar-lhe a desvinculação.Manobra dilatória?Além de invocar a caducidade da acção instaurada por Fernando Moura, cuja petição terá omitido o valor reclamado, a Segecamp contrapõe que o demandante subscreveu o contrato de trabalho “com plena consciência do seu conteúdo e de livre vontade”.Aconteceu, segundo a contestação, que dentro do período experimental não houve data concreta para o lançamento do “Imprensa Livre”, apesar de ter sido previsto para o efeito o dia 18 de Janeiro de 2007.Quanto à data da eventual comunicação do cancelamento do contrato, a firma diz tê-lo feito, verbalmente, a 27 de Dezembro de 2006, aspecto negado pelo queixoso.Segundo a Segecamp, a rescisão do contrato durante o período experimental dispensa o recurso à forma escrita, bastando que por qualquer forma dela seja dado conhecimento ao trabalhador.A contestação alude à cópia de uma carta, enviada com registo e aviso de recepção, fazendo notar que o queixoso recusou-se a receber, em mão, a referida cópia, a 27 de Dezembro (uma semana antes do termo do período experimental).A empresa admite que, por lapso no endereço, a carta foi-lhe devolvida e acentua tê-la reenviado a 03 de Janeiro de 2007 “por uma questão de cautela”.A devolução da carta por insuficiente indicação de morada do destinatário merece, na contestação, a alusão a uma suposta “manobra dilatória”, porquanto, alega a ré, “qualquer carteiro habituado a distribuir correspondência naquela zona saberia a quem se dirigir”.Como a missiva não tinha a morada completa do queixoso, a Segecamp admite que ele tenha aproveitado para ordenar a devolução a fim de poder recebê-la depois de 04 de Janeiro.Para a advogada subscritora da contestação apresentada pela firma, “forçoso será concluir”, à luz da petição inicial do queixoso, que Fernando Moura recorre ao pleito para “tentar extorquir dinheiro” à demandada.Projecto em fase de mudança de estratégiaIndigitado para dirigir editorialmente o jornal “Imprensa Livre”, Paulo Sérgio Santos escusou-se, na semana passada, a prestar ao “Campeão” esclarecimentos sobre o projecto.“É prematuro fazer considerações”, declarou.Segundo Fernando Moura, a quem Paulo Sérgio sucedeu como putativo director, foi acordada em Outubro de 2006 a cessão dos direitos por ele detidos sobre o “Novo Jornal” (que publicou duas edições em Coimbra) a uma sociedade a constituir.O anterior potencial director do “Imprensa Livre” diz que era desejo do empresário Emídio Mendes haver um jornal a veicular outra versão sobre o embargo da urbanização “Jardins do Mondego”, em construção a jusante da rua do Brasil (vide a nossa edição de 07 de Abril de 2005).O “Campeão” diligenciou, segunda-feira, para ouvir o empresário, mas este encontrava-se fora de Portugal.O título “Imprensa Livre” surgiu depois de gorada a hipótese de viabilização do “Novo Jornal”, cenário a cargo da tal sociedade cuja constituição foi encarada e de que Fernando Moura seria sócio em parceria com outra(s) pessoa(s).Embora o dia 18 de Janeiro de 2007 tivesse sido escolhido para data de lançamento do novo projecto da Segecamp, Serviços de Comunicação, Marketing e Publicidade, esta sociedade invocou “necessidade de mudança de estratégia editorial”.Em reacção à contestação deduzida pela referida firma no âmbito da acção entregue no Tribunal do Trabalho de Coimbra (ver outra peça nesta página), Fernando Moura alega que o seu nome esteve indicado ao Instituto da Comunicação Social para director durante o primeiro trimestre de 2007.“Se em Dezembro [de 2006] decidiram impedir-me de exercer o cargo, por que razão deu entrada em Janeiro, no Instituto da Comunicação Social, um pedido de registo do título “Imprensa Livre” figurando o meu nome como director”?, questiona Moura....~
...NO BRASIL
DONO DOS JARDINS DO MONDEGO CONTROLOU O INDEPENDENTE, COMPROU JORNAL INCENDIADO E FUNDA JORNAL EM PORTUGAL
"Em declarações à «Lusa», Serra Lopes disse ser «prematuro» fazer quaisquer comentários sobre o assunto, confirmando apenas que têm «havido conversas e há disposição para negociar».A jornalista é uma das principais accionistas do semanário, com cerca de 20% do capital, a par de José Gonçalves, com 30%, e da sociedade Segecamp, com 24%.(N.R. DE EMIDIO MENDES) "Fonte: Agencia Financeira

=================Base de Dados:
Publicações Periódicas Registadas no ICS
Imprensa Livre (Semanal)
Num. Registo125156
DirectorPaulo Sérgio dos Santos
ProprietárioSegecamp - Serviços Gerais de Comunicação Marketing e Publicidade Lda
RedacçãoR. Pedro Alvares Cabral 47 - Edif. Sanremo JunqueiroC.Postal2775-615 Carcavelos
Telefone214584230
Fax214584239
Fonte ICS=======================
06/05/2006
Jornal se diz perseguido por prefeito
Agência Estado
Uma seqüência de denúncias publicadas contra a administração municipal nos últimos meses e um jornal ameaçado de ter suas atividades encerradas por supostas irregularidades apontadas pela prefeitura. O que para a prefeitura de São Sebastião, no litoral norte, é uma coincidência e a necessidade de se fazer cumprir a lei, para um dos donos do jornal Imprensa Livre, Igor Veltman, é uma tentativa do prefeito Juan Pons Garcia (PPS) de censurar o diário e desviar o foco das reportagens.
19/5/2006
MUNDO LUSIADA
A sede do jornal Imprensa Livre, na cidade de São Sebastião, litoral Norte de São Paulo, foi atingido ontem, 18, por um incêndio criminoso.Três homens encapuzados e armados com espingardas calibre 12 e pistolas invadiram o prédio do jornal pelo parque gráfico e renderam os trabalhadores do setor e invadiram o departamento de diagramação do jornal.Em seguida jogaram gasolina no parque gráfico e incendiaram uma impressora e toda edição que estava prestes a ser entregue aos leitores.
23/5/2006
Cale a boca, jornalista:
Imprensa Livre, pero no mucho
O editor-chefe do "Imprensa Livre", Igor Veltman, 48, relacionou o ataque à gráfica e à redação do jornal, sofrido na madrugada da última quinta, em São Sebastião (litoral norte de SP), a denúncias veiculadas nos últimos meses de supostas irregularidades envolvendo a administração municipal.
Por Pedro Venceslau, da redação
Na madrugada do último dia 18 de maio, a fatídica quinta-feira dos ataques do PCC, a gráfica do jornal Imprensa Livre, de São Sebastião, foi invadida por um grupos de homens encapuzados que se diziam da facção criminosa liderada por Marcola.Durante o ataque, boa parte da edição e das máquinas de impressão foram queimadas. Igor Veltman, editor-chefe do jornal, que é a única publicação da cidade, descarta que a ação tenha sido orquestrada pelo Primeiro Comando da Capital e acredita em retaliação da Prefeitura, que, por sua vez, nega participação no crime. A Prefeitura prefere não se manifestar sobre as declarações.
SÃO SEBASTIÃO - "Foram longos dez minutos de horror", foi desta maneira que o editor-chefe do jornal Imprensa Livre, Igor Veltman, descreveu o atentado que sofreu, juntou com outros cinco funcionários, na madrugada desta quinta-feira, em São Sebastião, Litoral Norte Paulista. O prédio do diário, que circula pelas as cidades do Litoral Paulista, foi invadido por três homens por volta das 3h40 da manhã.Armados e encapuzados eles chegaram à gráfica, onde obrigaram quatro trabalhadores a se deitarem no chão. Deram coronhadas e fizeram ameaças. Depois foram até a sala de diagramação e renderam outro funcionário. Da redação, o editor-chefe percebeu a ação e saiu correndo. "Tentei fugir por um corredor, mas a porta estava trancada, aí fiquei no escuro, assistindo tudo".Com gasolina os bandidos atearam fogo nos exemplares que estavam prontos e ainda destruíram alguns equipamentos como uma guilhotina e impressoras. Antes de fugirem a pé, ainda estouraram uma bomba caseira no local. Na saída, apontaram a arma para o fotógrafo Reginaldo Pupo e para o repórter César Rodrigues, mas não atiraram.
"Temos suspeitos e pelas investigações é uma disputa local", informou o delegado José Lamartine Fagundes, que conduz a apuração do crime.Para o editor-chefe, está claro que se trata de crime político. "Acreditamos em oportunismo. Usaram o momento e o nome do PCC para impedir o jornal de circular. A imparcialidade incomoda muito". Na edição desta quinta-feira, a matéria de capa era a decisão da Justiça de obrigar a prefeitura a responder cerca de trinta requerimentos da Câmara, sob pena de multa diária de R$2.500."Comemoramos a decisão judicial que devolve aos vereadores o direito de fiscalizar, de atuar. Quanto ao atentado ao jornal, em nenhum lugar do País houve ataque, só em São Sebastião. É lamentável, claro que não é o PCC, são pessoas tentando calar o jornal", comentou o presidente da Câmara, Wagner Teixeira (PV). O jornal circula diariamente há 16 anos e há algum tempo se diz perseguido pelo prefeito da cidade, Juan Ponz Garcia. Por meio da assessoria de imprensa, a prefeitura nega as acusações de perseguição não comentou o atentado ao jornal.
26/10/2006
Polêmica: Grupo suspeito de esquema de favorecimento com prefeito compra jornal de oposição em SP
Redação Portal
IMPRENSA
O Grupo Riviera e o empresário Andelmo Zarzur Júnior assumiram, na semana passada, o controle do jornal Imprensa Livre, no litoral norte de São Paulo.A publicação, única diária na região, fazia forte oposição ao prefeito de São Sebastião, Juan Pons Garcia (PPS). O prefeito, a empresa e o executivo estão sendo investigados há três meses pela Polícia Federal, por suspeitas de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.Garcia pode ter tentado, segundo a Folha de S. Paulo, mudar a lei de uso do solo e o Plano Diretor da cidade para beneficiar o Grupo Riviera, que já empregou Zarzur e comprou uma série de terrenos em São Sebastião; essas áreas seriam valorizadas com a permissão, via Plano Diretor, da construção de prédios com mais de 20 metros, atualmente proibidos.O ex-proprietário do Imprensa Livre, Igor Veltman, declarou que vendeu a publicação por conta de dívidas e ameaças sofridas recentemente.Há cerca de três meses o prédio do jornal foi incendiado, gerando prejuízos da ordem de R$ 100 mil; as causas do acidente ainda estão sendo investigadas pela polícia.Além destes gastos, o jornal deixou de veicular os editais da prefeitura de São Sebastião, que geravam receita de R$ 1,5 milhão por ano; Juan Garcia, que criou o Boletim Oficial do Município, alegou "redução de despesas" para interromper o repasse à Imprensa Livre.Grupo comprou principal jornal da cidade
O Estado de São Paulo/Hojewww.estado.com.br'
Imprensa Livre' teria sido boicotado por criticar prefeito de São Sebastião
O jornal Imprensa Livre, diário do litoral norte com sede em São Sebastião, foi vendido esta semana para o Riviera Group, representado no Brasil pelo empresário português Emídio Mendes. O valor não foi revelado. 'Podemos dizer que ficaram com as dívidas', disse um dos diretores, Igor Veltman. Os problemas financeiros do jornal começaram quando a prefeitura deixou de publicar editais em suas páginas, no início da administração do prefeito Juan Garcia (PPS), no ano passado.
Jornal Imprensa Livre - Riviera Norte Editora Ltda.Rua Mansueto Pierotti, 622 - Centro - São Sebastião - CEP: 11600-000Diretor responsável:André Luiz Valente MendesGerência:Daniel Barbosa

DE ALIADOS A ACOSSADOS?

Empresário investigado por polícia diz que sofreu seqüestro

O empresário Andelmo Zarzur Júnior, da cidade de São Sebastião, no litoral norte paulista, foi levado da própria casa por dois homens, no final da tarde de ontem (6), e ficou por oito horas e meia sob o poder de bandidos. O caso foi registrado como seqüestro no 13º Distrito Policial da Casa Verde, bairro da capital paulista onde a vítima foi libertada, às 2h30 da madrugada de hoje (7). Segundo relato do empresário, os homens estariam armados com fuzis AR-15. Durante o período em que Zarzur Jr. ficou desaparecido, não houve nenhum pedido de resgate. Ao ser libertado, Zarzur Jr. registrou a ocorrência informando à polícia que os seqüestradores ficaram com um relógio de ouro. Até o final da tarde de hoje (7), ele não tinha prestado depoimento na delegacia de São Sebastião.A polícia civil descarta que o crime contra Zarzur Jr. tenha sido seqüestro ou seqüestro relâmpago. "Ninguém pega uma pessoa, viaja 220 quilômetros com ela só para roubar um relógio. A polícia não acredita em seqüestro", afirmou Rodrigues Filho. A polícia civil trabalha com outras hipóteses, como vingança por cobrança de dívidas. "Não podemos revelar quais são as hipóteses para não atrapalhar as investigações". A mulher de Zarzur Jr. vai ser ouvida na próxima sexta-feira (10). "Estamos tentando intimá-lo também". INVESTIGAÇÕES - Zarzur Jr. é investigado por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e sonegação fiscal. No ano passado, o Estado denunciou que ele participava de um esquema de venda de terrenos para a empresa Belomar, que pertence ao Riviera Group. No esquema, os terrenos eram superfaturados e vendidos à empresa que teria recebido promessa de benefícios por parte da prefeitura.A investigação sobre o dinheiro desviado e o patrimônio de Zarzur Jr. está na fase de perícia documental. "Sabemos que pela mão dele já passaram cerca de R$ 20 milhões, mas a polícia ainda não sabe o patrimônio atual", diz o delegado seccional que acompanha o caso, Francisco Rodrigues. O empresário teve parte dos bens seqüestrados e apreendidos. "Não temos o valor exato, mas vai desde objetos falsificados até carros, lanchas, caminhões e apartamentos".
Agência Estado em 8-7-2007


Dr. Juan Garcia e sua família foram vítimas de uma tentativa de homicídio,

na madrugada de domingo. Prefeito descarta relação com onda de violênciaA Delegacia Seccional do Litoral Norte, da Polícia Civil do Estado de São Paulo, é a responsável pelas investigações do atentado contra o prefeito de São Sebastião, Dr. Juan Garcia, ocorrido na madrugada do último domingo (16/07). Ele, sua esposa, a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Rosa Mota, e os três filhos voltavam do 2º Arraiá Caiçara, por volta das 2h, quando o carro foi alvejado em uma das ruas do bairro. Um homem saiu de um matagal próximo à ponte do rio da Reserve e disparou várias vezes, de frente com o veículo. Dr. Juan, que dirigia o carro, fez movimentos de um lado para o outro e conseguiu esbarrar no marginal. Os tiros acertaram o pára-brisa, o capô, a porta do motorista e um dos vidros de trás, num total de oito. Felizmente, ninguém ficou ferido. De imediato, o prefeito de São Sebastião acionou a polícia.A hipótese de tentativa de assalto é descartada. Na manhã de domingo, Dr. Juan Garcia concedeu uma entrevista coletiva. "Quem vem assaltar talvez não saia de trás de uma árvore já atirando. Foram vários tiros, de pistola automática. Nunca passei por algo semelhante", declarou o prefeito.Ele descarta a relação do atentado com a onda de ataques de violência no Estado. "Era bem dirigido ao prefeito, algo que parecia encomendado", finalizou.
Fonte: Departamento de Comunicação da Prefeitura

30 de dez. de 2026

CONEXÃO SANTOS - SÃO SEBASTIÃO - SÃO PAULO - COIMBRA - CASCAIS - TORRES VEDRAS
Estala a bronca na quinta do Oeste!
Será que vai dar mico?
Vereadô tuga que aprovou projecto de coberturas do grupo voou da prefeitura pra dar energia a novos negócios...
e mais uma janela com vistas para os jardins proibidos:

IRMÃO DE LULA INVESTIGADO

Um dos mandados de busca e apreensão cumpridos ontem pela Polícia Federal durante a operação Xeque-Mate foi na casa de Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Vavá já foi citado num pedido de investigação do procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. Em 2005, Antônio Fernando enviou para procuradores de São Bernardo o pedido feito pelo então PFL (atual DEM) sobre Vavá, acusado pelos oposicionistas de intermediar solicitações de empresários a órgãos do governo. O nome dele também circulou na extinta CPI dos Bingos. Parlamentares de oposição tentaram, por diversas vezes, ouvir Vavá sobre sua suposta atuação no tráfico de influência. Entre as ações sob suspeita de Vavá estaria a tentativa de aproximar da Petrobras o empresário Emídio Mendes, um dos acionistas controladores do conglomerado de empresas Riviera Group. Os dois chegaram a se reunir com dirigentes da Petrobras, em 2005. Na ocasião, a Petrobras confirmou o encontro, mas negou o lobby. (da Folhapress 5-6-07)
Lula diz que tentará separar papéis de irmão e presidente05/06/2007 10h15
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça (5), em Nova Délhi, que tentará separar seus papéis de irmão e de Presidente da República ao lidar com a operação da Polícia Federal que alcançou seu irmão mais velho, Genival Inácio da Silva, suspeito de tráfico de influência.
Ele disse que vai fazer o mesmo quando tratou com o papa Bento XVI da questão do aborto. "Como irmão, eu tenho um carinho pelo Vavá extraordinário. É um dos melhores irmãos.
Fonte: Agência Estado

05/06/2007
PF indicia irmão de Lula por tráfico de influência
Lula diz que não acredita no envolvimento do irmão, mas aprovou investigação ds Polícia Federal
FONTE: AG. BRASIL