Jardins do Mondego na Riviera da Imprensa Livre de São Sebastião
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31 de dez. de 2027
JARDINEIRO SEM PDM
Peritagem aponta para violação do PDM
Peritos confirmam que dois lotes do Jardim do Mondego estão implementados em zona verde, violando o PDM. Caso o tribunal leve em conta as conclusões, os lotes 1 e 18 podem vir a ser demolidosA segunda peritagem solicitada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, no âmbito da construção do empreendimento Jardins do Mondego, concluiu que dois lotes – o 1 e o 18 – foram mesmo construídos em zona verde de uso público. Caso se confirme a violação do Plano Director Municipal (PDM) e for considerada a posição dos cinco peritos, o tribunal poderá mesmo decidir pela demolição dos edifícios, adiantava ontem o Jornal de Notícias. Contactado pelo Diário de Coimbra, o vereador João Rebelo não acredita nesse cenário, ainda que tenha sido parco em comentários, por se tratar de um caso em tribunal. «A questão não é tão linear. Não vou especular», adiantou, acrescentando que acerca do lote 18, em que foi construído o estacionamento subterrâneo e um arruamento de acesso aos Jardins do Mondego, não há dúvidas que está em zona verde, mas, «a própria Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro considerou o uso compatível».Sobre o lote 1 – um prédio com seis pisos de habitação -, o vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra referiu tratar-se de um projecto aprovado ainda antes do primeiro mandato do actual executivo, como tal, não comentou. As conclusões, que vão ao encontro às da primeira peritagem, indicam que o edifício foi construído parcialmente em zona verde (corredor de ligação entre Parque Verde do Mondego e o Jardim Botânico). O julgamento, que tem como reús a Câmara Municipal de Coimbra e a Fundimo, fundo de investimento da Caixa Geral de Depósitos (que adquiriu o empreendimento a Emídio Mendes), teve início em Março de 2007, não estando ainda marcada a próxima sessão.Recorde-se que outra polémica envolveu esta urbanização, quando em 2005 a autarquia ordenou a demolição do último andar - em cada um dos prédios - que não constavam do projecto aprovado e violavam o PDM.“Permeabilidade aos interesses imobiliários”O Diário de Coimbra tentou obter reacções por parte do promotor imobiliário, que prometeu esclarecimentos para a próxima semana.Conhecidos os resultados da peritagem, o Bloco de Esquerda/Coimbra vem afirmar que «são falsas» as declarações públicas do presidente da câmara, Carlos Encarnação, bem como do vereador do Urbanismo, «recusando quer a violação do PDM por parte dos lotes em causa, quer a sua responsabilidade no respectivo licenciamento, procurando imputá-las exclusivamente ao executivo anterior, do PS e insultando os deputados municipais do BE, que repetidamente os confrontaram com os factos, em sede de Assembleia Municipal». No documento, os deputados municipais exigem que Carlos Encarnação «assuma as suas responsabilidades neste caso», que, a par com o do Eurostadium, acrescentam, «comprova o facto de a permeabilidade da Câmara de Coimbra aos interesses do imobiliário e da construção não ser um caso isolado, mas sim um padrão de gestão, do qual, inclusivamente, não estará ausente o parâmetro da corrupção, de que é acusado o ex-director municipal da Administração do Território e actual presidente da Académica/OAF, José Eduardo Simões».O grupo do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal, tendo como base estes dois casos, vem questionar-se «quanto à razão que terá conduzido o Tribunal de Instrução Criminal, onde foi deduzida acusação de corrupção contra José Eduardo Simões, não ter prosseguido as investigações». Gostariam de perceber «até que ponto o ex-director municipal da Administração do Território não exerceria um papel instrumental numa estratégia política desenvolvida a um nível político mais elevado, ou seja, no seio do executivo camarário».
É O BELO JARDIM
Por Nelson Morais JORNAL DE NOTÍCIAS
A segunda peritagem pedida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, no âmbito do processo que envolve a urbanização Jardins do Mondego e a eventual violação do Plano Director Municipal (PDM) de Coimbra, confirma que a Câmara permitiu a construção de dois lotes sobre área classificada como "zona verde de uso público".Se o colectivo de juízes que julga o caso validar a posição remetida pelo grupo de cinco peritos, que inclui um nomeado pela Câmara de Coimbra, poderão ser demolidos os lotes nº 1 e nº18 - o primeiro tem implantado um prédio com seis pisos de habitação, mais dois de estacionamento; e o outro tem construído um estacionamento subterrâneo e um arruamento de acesso ao loteamento.Já em 2005, com a cidade de olhos postos na urbanização, a autarquia ordenou a demolição dos últimos andares de uma série de torres que não constavam do projecto aprovado e faziam o loteamento ultrapassar o índice de construção permitido pelo PDM.A edificação sobre a zona verde, que o PDM concebeu como uma espécie de corredor de ligação do Jardim Botânico ao (actual) Parque Verde do Mondego, com 50 metros de largura, colocou a Câmara presidida por Carlos Encarnação no banco dos réus.Há um segundo réu o fundo de investimento da Caixa Geral de Depósitos (Fundimo) que comprou o loteamento a Emídio Mendes, um empresário também conhecido pelas suas ligações ao mundo do futebol e, em particular, ao presidente da Académica, José Eduardo Simões. O caso dos andares ilegais foi mesmo um dos que desencadeou a investigação policial que vai obrigar Simões - que acumulava o cargo de director municipal de urbanismo, quando a maior parte da obra foi feita - a responder em tribunal por vários crimes de corrupção. Projectista não foi peritoA propósito do referido corredor verde, o tribunal pedira uma primeira peritagem, mas os especialistas indicados limitaram-se a fazer medições em planta. O da autarquia concluiu pela não violação do PDM, mas os outros defenderam que o Lote 1 ocupava 576 metros quadrados de zona verde.O colectivo presidido pela juíza Helena Canelas pediu então às partes que nomeassem novos peritos e que estes fizessem medições no terreno. O promotor imobiliário nomearia o autor do projecto, Gonçalo Byrne, mas o tribunal recusou tal acumulação e aquele perdeu direito a nova escolha. Ministério Público, tribunal e Câmara indicaram cinco.Os peritos concluíram que o Lote 1 - aprovado em 1998, mas construído durante o primeiro mandato autárquico de Encarnação - está parcialmente implantado em zona verde. Consideraram, ainda assim, prudente não contabilizar essa ocupação. Já a restante área verde é ocupada, quase na totalidade, pelo lote 18 e o referido arruamento, que foram aprovados em 2004.O JN tentou, sem êxito, ouvir o projectista e o vereador do urbanismo, João Rebelo. Se o tribunal, que ainda não marcou a próxima audiência do julgamento, vier a decidir que o PDM foi violado e o promotor não agir em consonância, caberá ao procurador João Garcia desencadear nova acção, para forçar a demolição dos dois lotes. O promotor está autorizado a prosseguir as obras nos outros 16, mas não o tem feito.
31 de dez. de 2026
CENSURA LIVRE
Luiz Tadeu
Em fins do mês de novembro do ano passado, disputei eleições para a Presidência da OAB – São Sebastião/Ilhabela. A chapa opositora foi apoiada abertamente pelo Prefeito de São Sebastião, Juan Manoel Pons Garcia, que inclusive chegou a fazer reuniões a respeito em seu próprio gabinete . Aqui, cerveja gelada.Preço barato, porque não pago aluguel. Coerentemente, a classe dos advogados não quis ficar submissa ao poder público municipal e elegeu nossa chapa pela terceira vez.
Alguns dias antes do pleito, a advogada da oposição esteve no jornal “Imprensa Livre”, onde disse que: “agora sim, sentia um grande prazer em estar no jornal”, o que causou surpresa na redação. Diante do seu peculiar estilo, afirmou categoricamente que: “em muito pouco tempo o Dr.Luiz Tadeu deixaria de escrever no jornal”, o que também foi motivo de surpresa.
Trocando em miúdos, a verdade é que a “previsão” da referida advogada se confirmou. Primeiramente, o jornal “Imprensa Livre” deixou de publicar os artigos da renomada jornalista e escritora Regina Helena de Paiva Ramos, por suas críticas ao Prefeito Juan. No último dia 9, fui informado pelo jornalista Cesar, editor do jornal, que por ordem dos donos do jornal, pertencente ao grupo Mendes Plaza de Santos, os mesmos portugueses que, segunda consta, são parceiros do Prefeito Juan, meus artigos não mais seriam publicados.
Por quase cinco anos colaborei com o jornal, dando minha opinião a respeito de acontecimentos locais e nacionais. Foi inevitável nesses últimos dois anos não tecer críticas às atitudes do Prefeito Juan, dentre estas, a tentativa arbitrária de fechar escritórios de advocacia. Nesse caso, o poder judiciário deu ganho de causa para a OAB, anulando as autuações feitas pela Prefeitura.
O momento é de apreensão. Já não temos um jornal local em que possamos confiar. Certamente, teremos de encontrar alternativas para preencher este vazio.
A mudança dos rumos do “Imprensa Livre” foi tão evidente que São Sebastião parece estar num verdadeiro paraíso. Nem mesmo um encaminhamento da OAB para o Delegado Seccional de Polícia, solicitando informações a respeito da tentativa de incêndio sofrida pelo jornal há oito meses, mereceu qualquer linha de registro em suas páginas. Da mesma forma, o atentado sofrido pelo Prefeito Juan e sua família, também objeto de questionamento pela OAB, sequer foi noticiado. Parece que estes fatos que abalaram o nosso município, não tiveram a menor importância, ou mesmo não existiram. Será?
DEU MICO! É PRECISO TER AZAR
- A nova aposta de investimento é a Romênia, onde é facil ficar fazendo... o que se faz no Brasil?
- Que o novo funcionario do grupo é um romeno, ex-massagista do time de futebol do Sporting.
- Que a Riviera patrocina agora um time de futebol na Romênia, a troco de 100.000 Euros por ano?
- Que as dívidas do grupo subiram astronômicamente devido a investimentos ruinosos no Brasil?
- Que o Emidio entrou num iate a passeio e o iate, que é um elefante branco até hoje?
- Que o hotel de Setúbal (BONFIM)está fechado faz 10 meses e a obra de reformulacão nem começou?
Que esse hotel foi comprado sem ter licenca de utilizacão?
Que o negócio do gas é (Nacionalgás) ruinoso, a Digal lhes empurrou clientes que nunca o serão?
Via Saramago, cortado e plantado pelo Jardineiro
Oh Rui Avelar, não quer dar uma ajuda?
DR, PRECISA DE AJUDA?
Escrito por Rui Avelar - CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS
05-Dez-2007
Por coincidência, a importância (197.500 euros) de que a Académica/OAF carece para realizar integralmente o encarado aumento de capital da sociedade anónima PROCAC é idêntica ao montante que a empresa Brasfer (vide anterior edição) se comprometeu a entregar ao clube ao abrigo de um acordo, apurou o “Campeão”.
A PROCAC - Sociedade de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Construção, cujas acções são detidas em 60 por cento pela Briosa, já encarou proceder a um aumento de capital de 52.500 euros para 250.000.
Caso seja a única accionista a intervir na eventual operação, a Académica/OAF passará a possuir mais de 90 por cento das acções daquela sociedade anónima.
A Assembleia Geral da PROCAC reunir-se-á a 13 de Dezembro para deliberar sobre a venda à Briosa de um terreno adjacente à antiga sede do clube, sito na rua de Alexandre Herculano.
Como noticiámos na nossa anterior edição, a Académica/OAF comprometeu-se perante a firma Brasfer, cuja Administração é presidida pelo empresário Emídio Mendes, a adquirir o referido terreno.
No acordo subscrito com aquela firma, o clube propôs-se alienar a totalidade das edificações a construir mediante a promessa de recebimento de 450.000 euros.
Na qualidade de “futura detentora” do prédio, a Briosa prometeu celebrar com a empresa de Emídio Mendes, promotor do empreendimento Jardins do Mondego, um contrato-promessa para venda de 11 fogos, um estabelecimento comercial e 12 garagens, cujo projecto de arquitectura foi aprovado pela Câmara Municipal de Coimbra (CMC) no Verão de 2005.
O edifício onde funcionou a sede do Clube Académico de Coimbra (CAC), entidade que precedeu a criação do Organismo Autónomo de Futebol da Associação Académica, deverá ser cedido à CMC no âmbito de um acordo entre a PROCAC e a autarquia. Contudo, o acordo subscrito pela Briosa e pela Brasfer tem uma redacção cujo alcance deixa antever que o clube espera desfrutar do imóvel.
A Académica/OAF comprometeu-se a efectuar uma operação urbanística e a obter da Câmara Municipal as indispensáveis licenças para a construção das edificações previstas e das obras de remodelação, reabilitação e recuperação do edifício sito no topo Sul da rua de Alexandre Herculano (sentido ascendente).
“Muito dinheiro”
No âmbito do inquérito em que José Eduardo Simões, anterior director de urbanismo na CMC, gestor da PROCAC e presidente da Briosa, foi acusado pela presumível autoria de oito crimes de corrupção passiva, o Ministério Público (MP) apurou que Emídio Mendes entregou ao clube donativos no valor de 107.500 euros. Através de publicidade do universo de firmas do mesmo empresário, a Académica/OAF recebeu 280.000 euros.
Emídio Mendes concedeu, por outro lado, ao presidente da Briosa um empréstimo no montante de 3,50 milhões de euros, parcialmente liquidado (reembolso de 2,64 milhões de euros) de acordo com os autos inerentes às averiguações efectuadas pelo MP e pela Polícia Judiciária.
Embora tenha sido constituído arguido, o empresário, que conheceu Eduardo Simões através de um irmão do vice-presidente da Académica/OAF Luís Godinho, desfruta da suspensão provisória do processo (vide a nossa edição de 14 de Dezembro de 2006).
Segundo o anterior director desportivo do Benfica, José Veiga, foi Mendes quem sensibilizou Simões no sentido de aceitar negociar a transferência do futebolista Marcel para o clube lisboeta.
A avaliar pelos autos do inquérito, da venda do passe de Marcel ao SLB, por 3,50 milhões de euros, parte (cerca de um milhão de euros) foi entregue a Emídio Mendes a título de amortização da dívida contraída pelo presidente da Académica/OAF.
Com participação num fundo que gere passes de jogadores, Mendes terá recebido de Simões a relação dos valores correspondentes à compra dos direitos desportivos dos futebolistas Fernando e Hugo Alcântara.
Ouvido como testemunha ao abrigo da investigação a cargo do MP e da PJ, José António Varanda de Almeida Santos declarou que Mendes lhe confidenciou ter posto “muito dinheiro” na Briosa.
Neste contexto, foi alegado eventual interesse de Emídio Mendes em que José Eduardo (eleito vice-presidente em 2003 e presidente desde o final de 2004) continuasse como dirigente do clube.
No requerimento para abertura de instrução (o Tribunal de Instrução Criminal reiterou a acusação deduzida pelo MP ao ex-director de urbanismo), o advogado Rodrigo Santiago alega ter sido formulado um juízo de valor de cariz ético relativamente à opção de vida de José Eduardo: a de funcionário (enquanto director municipal) e dirigente da Académica/OAF.
Segundo o causídico, Eduardo Simões foi mero portador de cheques para a Briosa, sendo que quem podia aceitá-los (ou não) era o clube.
SIGA LA VACA

Clube prometeu vender terreno que ainda pertence à PROCAC
Escrito por Rui Avelar
28-Nov-2007
Há dois anos e meio, a Académica/OAF terá embolsado 450.000 euros por se comprometer a vender um terreno, que ainda não lhe pertence, e edificações projectadas para o topo Norte do largo de João Paulo II (sito na «Alta» de Coimbra). Eduardo Simões, que foi director de urbanismo, aliou à condição de accionista e gestor da PROCAC (proprietária do terreno) a qualidade de presidente do clube, sendo que este passou a controlar aquela sociedade anónima.
Na qualidade de “futura detentora” de um terreno, a Académica/OAF prometeu celebrar com uma empresa um contrato-promessa para venda de 11 fogos, um estabelecimento comercial e 12 garagens, cujo projecto de arquitectura foi aprovado para a rua de Alexandre Herculano, apurou o “Campeão”.
A 04 de Abril de 2005, sendo o presidente da Briosa, José Eduardo Simões, simultaneamente gestor da sociedade anónima (SA) PROCAC e director de urbanismo na Câmara de Coimbra, o clube assinou com a Brasfer - Imobiliária um acordo atinente à aquisição do imóvel onde funcionou a respectiva sede e de um terreno adjacente.
A referida firma é presidida pelo empresário Emídio Mendes, promotor do empreendimento Jardins do Mondego.
A Académica/OAF obrigou-se comprar o terreno adjacente ao imóvel onde funcionou a respectiva sede.
Como noticiámos na semana passada, a Direcção da Briosa espera ver definidos, no próximo plenário de accionistas da PROCAC (convocado para 13 de Dezembro), os termos da transferência de propriedade.
No acordo, a cujo teor o nosso Jornal teve acesso, a Académica/OAF propôs-se alienar a totalidade das edificações a construir mediante a promessa de recebimento de 450.000 euros.
A referida operação visa a obtenção dos recursos indispensáveis à compra do edifício existente, que a Briosa tenciona manter em seu poder, e do terreno adjacente. Destina-se ainda a garantir a realização de obras no referido edifício, sendo que para este fim a Brasfer se comprometeu a entregar 200.000 euros.
O clube comprometeu-se a efectuar uma operação urbanística e a obter da Câmara de Coimbra as indispensáveis licenças para a construção das edificações previstas e das obras de remodelação, reabilitação e recuperação do edifício sito no topo Sul da rua de Alexandre Herculano (sentido ascendente).
O documento consagra, por outro lado, que a Brasfer efectue as obras previstas para a sede da PROCAC - Sociedade de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Construção, bem como as inerentes às edificações projectadas.
Representada por Eduardo Simões e pelos vice-presidentes Luís Godinho e Luís Neves, a Direcção da Académica/OAF comprometeu-se a celebrar um contrato-promessa para venda das edificações a construir, devendo subscrevê-lo no prazo de 90 dias a contar da data de transferência da posse do terreno e do edificio da PROCAC para o clube.
Eventual cessão
O documento contempla a possibilidade de o clube designar uma terceira entidade para encabeçar a titularidade jurídica do prédio, caso em que poderá transmitir para essa entidade, sem necessidade de consentimento da Brasfer, os direitos e obrigações decorrentes para si da posição no acordo. Em tal caso, a Académica/OAF assumirá solidariamente com a entidade cessionária a responsabilidade pelo cumprimento das obrigações por ela assumidas.
O cenário acabado de descrever estará subjacente aos termos que vierem a resultar do desfecho negocial entre a Briosa e a PROCAC.
Segundo foi revelado na última reunião da Assembleia Geral do clube, a operação decorre da consolidação da sua participação na estrutura accionista da Sociedade de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Construção.
Como noticiámos a 31 de Maio de 2007, accionistas daquela sociedade anónima desconfiam que a Direcção da Académica/OAF queira extingui-la na sequência da eventual venda do património de que é proprietária.
Eduardo Simões escusou-se a esclarecer a dúvida, bem como a responder a outras perguntas postas, há meio ano, pelo nosso Jornal.
O capital social da PROCAC foi aumentado recentemente (de 35.000 euros para 52.500), através de incorporação de reservas, e o Conselho de Administração, quando julgar conveniente, mediante parecer favorável do Conselho Fiscal, poderá elevá-lo até à importância de 250.000 euros.
É neste contexto, perante o cenário de a Briosa passar a deter 75 por cento do capital social, que vários accionistas da referida SA manifestaram ao “Campeão” desconfiança de que ela seja extinta por decisão do clube após a referida venda.
A Académica/OAF, que já possui cerca de 60 por cento do capital social da PROCAC, pediu à Câmara de Coimbra, em 2005, a aprovação de um projecto de arquitectura para construção de um edifício adjacente ao largo de João Paulo II.
A informação remetida ao executivo municipal alude à requerente como se da sociedade anónima se tratasse, embora o pedido de deferimento do projecto tenha sido apresentado pelo clube.
A Sociedade de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Construção foi constituída em meados da década de 70 [do século XX] para prestação de apoio ao CAC - Clube Académico de Coimbra, entidade que precedeu a criação do OAF (um organismo autónomo “sui generis” da Associação Académica).
ONDE PÁRA?
Escrito por CP
30-Out-2007
A firma Segecamp, a que é associado o empresário Emídio Mendes, e o antigo director do “Novo Jornal”, Fernando Moura, prescindiram anteontem da realização de um julgamento no Tribunal do Trabalho de Coimbra inerente a uma acção em que o demandante reclamava o pagamento de cerca de 37.000 euros.
Arrolado como testemunha por Fernando Moura, Emídio Mendes esteve ausente do Tribunal, tendo cabido a Wilson Dias representar a empresa demandada.
O demandante limitou-se a informar os jornalistas que foi alcançado um acordo, mediante o qual deverá ser indemnizado pela Segecamp, Serviços de Comunicação, Marketing e Publicidade.
Apesar das diligências nesse sentido, foi impossível o “Campeão” falar com Wilson Dias.
O antigo director do “Novo Jornal” demandou judicialmente a empresa que se propõe lançar outro semanário em Coimbra (vide edição do “Campeão” de 16 de Agosto de 2007).
Embora o dia 18 de Janeiro deste ano tivesse sido escolhido para data de lançamento do novo projecto da Segecamp, esta sociedade invocou “necessidade de mudança de estratégia editorial”.
O demandante foi contratado por um ano para dirigir o jornal “Imprensa Livre”, mas acabou por ser despedido ao fim de um mês, alegando a firma ter cancelado o vínculo dentro do período experimental acordado.
Segundo Fernando Moura, era desejo do empresário Emídio Mendes haver um jornal a veicular outra versão sobre o embargo da urbanização Jardins do Mondego, em construção em Coimbra (vide a nossa edição de 07 de Abril de 2005).
A TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA
Coimbra, 29 Out (Lusa) - O ex-director do jornal Imprensa Livre Fernando Moura vai receber uma indemnização por despedimento da Segecamp, associada ao Riviera Group, liderado pelo empresário Emídio Mendes, após acordo a que chegaram hoje no Tribunal de Trabalho de Coimbra (TTC).
Fernando Moura receberá cerca de 20 mil euros, metade do que exigiu inicialmente como indemnização.
Convidado em 2006 para dirigir um novo jornal, o Imprensa Livre, registado em nome da empresa Segecamp - Serviços Gerais de Comunicação, Marketing e Publicidade, Moura foi ao fim de um mês substituído no cargo por um colaborador mais próximo de Emídio Mendes, Paulo Sérgio Santos, o que o levou a recorrer ao Tribunal de Trabalho.
Moura exigia, por alegado incumprimento do contrato de trabalho, uma indemnização na ordem dos 40 mil euros, correspondente a 12 meses de salário, mas aceitou esta tarde que o julgamento não se efectuasse, contra o pagamento pela arguida de metade desse montante.
Uma fonte ligada ao processo disse à agência Lusa que o acordo entre a Segecamp e Fernando Moura prevê que a indemnização seja paga até dia 10 de Novembro.
Como testemunhas, Moura arrolou Paulo Sérgio e o próprio Emídio Mendes, que não compareceu hoje nas instalações do TTC, em Celas.
Emídio Mendes, promotor do complexo habitacional "Jardins do Mondego", em Coimbra, que se encontram embargados devido a diversas ilegalidades, terá protagonizado as negociações com o queixoso e ex-director do extinto Novo Jornal para que este assumisse a direcção do Imprensa Livre e fizesse as diligências legais e comerciais necessárias ao arranque do novo projecto editorial.
Antes, o Novo Jornal, dirigido por Fernando Moura e cujo escritório funcionou numa loja da avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra, editou apenas dois números, em 2006.
Na sequência de contactos de Fernando Moura com diversos investidores a fim de viabilizar o seu projecto, Emídio Mendes veio a negociar com ele a publicação de um novo título, denominado Imprensa Livre.
A Segecamp, após ter substituído aquele profissional por Paulo Sérgio, ao fim de um mês, alegou que tinha contratado o primeiro director a título experimental, o que veio a ser contestado por Fernando Moura, ligado há mais de duas décadas ao sector dos media, em Coimbra.
A Segecamp, que tem Wilson Dias como administrador, apresentava como testemunhas o actual director do título, Paulo Sérgio, e a assessora de imprensa da Académica (Organismo Autónomo de Futebol), Andreia Madeira, entre outras.
Paulo Sérgio confirmou esta tarde à Lusa que as partes estabeleceram um acordo no TTC, mas escusou-se a fazer quaisquer declarações.
O presidente do clube de futebol dos estudantes, José Eduardo Simões, é arguido num processo relacionado com os "Jardins do Mondego", tendo sido acusado de oito crimes de corrupção.
O semanário Imprensa Livre está registado com o número 125156, tendo agora como director Paulo Sérgio Santos.
Segundo a lista de publicações periódicas registadas na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a redacção tem sede em Carcavelos, arredores de Lisboa, apresentando um e-mail de serviço do Riviera Group.
CSS.
Lusa/fim
Em 2007-10-29; Fonte lusa.pt
PASSA POR MIM NA BEIRA RIO
PS recebeu dinheiro de empreiteiros
BAIXADA SANTISTA
Escrito por Rui Avelar
24-Out-2007
Os autos do inquérito ao abrigo do qual Luís Vilar foi constituído arguido sugerem ser o líder distrital do PS/Coimbra, Victor Baptista, a única pessoa a par das conversas entre o acusado e o empresário Emídio Mendes, apurou o nosso Jornal.
Numa das conversas ocorridas entre Luís Vilar e Emídio Mendes, este admitiu a expectativa do seu interlocutor em relação a um encontro de ambos e, noutra, o dirigente partidário comunicou ao empresário a abertura do inquérito em cujo âmbito foi constituído arguido o presidente da Académica/OAF e ex-director de urbanismo de Coimbra.
Segundo a acusação deduzida pelo Ministério Público ao líder concelhio conimbricense do PS, Luís Vilar, o arguido terá incorrido na prática de financiamento partidário ilícito, no âmbito da campanha para as eleições autárquicas de 2005, sendo o alegado crime punível com pena de prisão de um a três anos.
Associado a este eventual crime estará outro de tráfico de influências, que é caracterizado por uma conduta destinada a solicitar ou aceitar vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para abusar da respectiva influência (real ou suposta) junto de qualquer entidade pública.
Por ocasião dos actos eleitorais autárquicos de 2005, Luís Vilar emprestou 20.000 euros ao seu camarada Victor Baptista e foi avalista de outro empréstimo no montante de 100.000 euros contraído pelo líder distrital do PS/Coimbra no Finibanco.
Segundo a acusação, Emídio Mendes (ligado ao empreendimento Jardins do Mondego) terá concedido ao arguido, depois da entrega de um donativo (legal) para o Partido Socialista, um montante por apurar tido como suficiente para proceder à reforma de uma livrança.
Como o nosso Jornal noticiou a 20 de Abril de 2006, data em que revelou (em primeira mão) a constituição do líder concelhio do PS/Coimbra como arguido, Luís Vilar, enquanto vereador, absteve-se de questionar a acumulação de funções de José Eduardo Simões como director de urbanismo na Câmara Municipal de Coimbra e dirigente da Académica/OAF. O autarca ignorou ainda os polémicos processos do empreendimento Jardins do Mondego e da construção de uma moradia a jusante da rua de Machado de Castro, cujo promotor, Jorge Tavares de Almeida, é administrador da sociedade gestora de participações sociais Finibanco.
Ao abrigo do exercício do direito de resposta, Victor Baptista fez a publicar a 15 de Outubro de 2007, no Correio da Manhã, uma nota em que nega o envolvimento do PS/Coimbra em qualquer financiamento ilegal.
“Não pratiquei qualquer acto ilícito enquanto vereador com pelouros”, afirmou Luís Vilar a 01 de Outubro, em conferência de Imprensa, tendo acrescentado que também não interveio em votações que tenham causado prejuízo ao município de Coimbra.
Ao imputar “falta de consistência” à acusação e invocando esperança em poder demonstrar a sua inocência, o arguido disse, entretanto, que se lhe afigura ridículo o facto de o MP associar um empréstimo por ele contraído em 2002 junto do sócio - gerente da BragaParques a um eventual favor alegadamente prestado àquela empresa no final do século XX (vide edições do “Campeão” de 01, 08 e 22 de Fevereiro de 2007).
Os 50 mil euros que o sócio-gerente da Bragaparques, Domingos Névoa, emprestou ao líder da concelhia de Coimbra do PS estão na origem da acusação de corrupção feita pelo Ministério Público a ambos. Domingos Névoa é acusado de corrupção passiva por ter emprestado os 50 mil euros, em 2002, a Luís Vilar, vereador da Câmara de Coimbra e presidente da concelhia socialista, que deu como contrapartida o voto favorável à construção de um parque de estacionamento na Baixa da cidade, numa zona conhecida por ‘Bota Abaixo’. Na acusação feita pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra é admitido que uma parte do empréstimo tenha sido liquidada mas o apuramento feito pela investigação sobre a quantidade de dinheiro devolvida não passa dos 10 mil euros. A Bragaparques tem negócios imobiliários em Coimbra e Domingos Névoa é amigo de Luís Vilar, acusado neste caso do crime de corrupção passiva, punível com uma pena de prisão até oito anos.Luís Vilar reagiu à acusação do DIAP com uma conferência de imprensa na sede do próprio partido, facto que está a causar profundo mal-estar nos círculos locais socialistas mas também junto da direcção nacional do partido.Na mesma acusação são imputados a Vilar mais quatro crimes, sendo três de abuso de poder e um de tráfico de influências. O MP e a PJ de Coimbra apuraram que Vilar declarou às Finanças rendimentos de 235 mil euros entre 2001 e 2005, mas no mesmo período construiu um património financeiro de mais de 675 mil euros. “Só através do recurso a valores de origem diferente da do salário, que lhe era pago enquanto autarca, e de uma pensão conseguiu adquirir a título oneroso determinado património e vantagens patrimoniais”, assinala a acusação.O caso de tráfico de influências está relacionado com suspeitas de financiamento partidário. Vilar terá recebido do empresário Emídio Mendes, ligado ao empreendimento Jardins do Mondego, uma verba de 20 mil euros, que foi canalizada para o presidente da distrital do PS, Vítor Batista, eleito nas Legislativas de 2005 por Coimbra. O empresário foi ainda avalista de outro empréstimo contraído por Vítor Batista.
PARAISO TROPICAL
Escrito por Rui Avelar - Campeão das Províncias
03-Out-2007
O Ministério Público e a Polícia Judiciária estimam em perto de 675.000 euros a diferença entre o património financeiro que imputam a Luís Vilar (PS) e os rendimentos (cerca de 235.000 euros) por ele declarados para efeitos fiscais no quinquénio 2001/05, soube o “Campeão”.
Em Abril de 2006, por ocasião de uma apreensão ordenada judicialmente, o líder concelhio do PS/Coimbra e vereador detinha em contas bancárias quantias no montante de 107.000 euros.
“Só através do recurso a valores de origem diferente da do salário [que lhe era pago enquanto autarca] e da da pensão, [Luís Vilar] conseguiu adquirir a título oneroso determinado património e vantagens patrimoniais” (um e outras alcançados no mesmo período), considera a acusação que acaba de ser deduzida pelo MP.
Em Março e Abril de 2002, indica a peça acusatória (a que o “Campeão” acedeu mediante requerimento), o líder concelhio do PS/Coimbra depositou numa conta bancária 111.000 euros.
Numa atitude rara, o arguido convocou para segunda-feira na sede de Coimbra do Partido Socialista uma conferência de Imprensa destinada à “prestação de esclarecimentos” sobre o processo em cujo âmbito foi constituído arguido há ano e meio.
A escolha da rua de Oliveira de Matos para acolher o encontro com jornalistas foi mal recebida por militantes socialistas conimbricenses e por dirigentes partidários de âmbito nacional, opinando uns e outros que Luís Vilar devia ter evitado falar da sua situação processual em instalações do PS.
O arguido revelou ter-lhe sido imputada, pelo MP, a presumível prática de cinco crimes, sendo que a dedução de acusação compreende um de corrupção passiva para acto ilícito, um de tráfico de influências e três de abuso de poder.
O tráfico de influências e o abuso de poder são crimes conexos à corrupção, caracterizando-se o primeiro por uma conduta destinada a solicitar ou aceitar vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para abusar da respectiva influência (real ou suposta) junto de qualquer entidade pública.
O despacho de acusação, que será sujeito a escrutínio pelo Tribunal de Instrução Criminal, surge ao abrigo de um inquérito aberto em 2003 no âmbito do qual o líder concelhio do PS/Coimbra foi constituído arguido em Março de 2006.
Na nova fase, correspondente à abertura de instrução, o arguido espera poder demonstrar a sua inocência.
Segundo Luís Vilar, foi proferido despacho de arquivamento em relação a sete alegados ilícitos a que aludia uma carta anónima que esteve na base da abertura do inquérito.
O presumível ilícito inerente a tráfico de influências e um suposto crime de abuso de poder prendem-se com uma verba para financiamento partidário entregue a Luís Vilar pelo empresário Emídio Mendes (ligado ao empreendimento Jardins do Mondego).
Por ocasião dos actos eleitorais de 2005, Luís Vilar emprestou 20.000 euros ao seu camarada Victor Baptista e foi avalista de outro empréstimo contraído pelo líder distrital do PS/Coimbra.
Segundo a acusação, Emídio Mendes terá concedido ao arguido, depois da entrega de um donativo para o PS, um montante por apurar tido como suficiente para proceder à reforma de uma livrança.
Coimbra, 26 Set (Lusa) - O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Coimbra decidiu hoje levar a julgamento os oito crimes de corrupção imputados pelo Ministério Público ao presidente da Académica e antigo director de Urbanismo da câmara, José Eduardo Simões.
À saída do tribunal, o advogado do dirigente desportivo, Rodrigo Santiago, disse aos jornalistas que o TIC não aceitou os argumentos do seu constituinte para que seis daqueles crimes, para os quais foi requerida a instrução, fossem excluídos do processo nesta fase.
Desvalorizando a decisão do TIC, Rodrigo Santiago alegou que "havia matéria" para avançar com a instrução, deixando de fora pelo menos alguns dos crimes, mas que, da mesma forma, existe "matéria para realizar a defesa" do arguido durante o julgamento.
O presidente da Associação Académica de Coimbra (Organismo Autónomo de Futebol, OAF) não pediu a abertura de instrução para dois dos crimes de que fora acusado pelo Ministério Público, tendo em conta que se trata de "matéria de prova muito complicada", declarou o causídico à agência Lusa na terça-feira.
Fonte: Lusa
DOUTÔ EMIDINHO, QUE COLABROU COM A BÓFIA, SAFA-SE DESTA E DEIXA CAIR O ZÉ...MAS O DONO DOS JARDINS DO MONDEGO AINDA TEM UMAS CONTAS A AJUSTAR COM A JUSTIÇA E CONTINUA COM O ANDAR EMBARGADO. DEUS QUEIRA QUE O SEU DEUS ESTEJA DO LADO DELE.
A SAGA DE EMIDIO MENTES NA IMPRENSA LIVRE
"Em declarações à «Lusa», Serra Lopes disse ser «prematuro» fazer quaisquer comentários sobre o assunto, confirmando apenas que têm «havido conversas e há disposição para negociar».A jornalista é uma das principais accionistas do semanário, com cerca de 20% do capital, a par de José Gonçalves, com 30%, e da sociedade Segecamp, com 24%.(N.R. DE EMIDIO MENDES) "Fonte: Agencia Financeira
DE ALIADOS A ACOSSADOS?
O empresário Andelmo Zarzur Júnior, da cidade de São Sebastião, no litoral norte paulista, foi levado da própria casa por dois homens, no final da tarde de ontem (6), e ficou por oito horas e meia sob o poder de bandidos. O caso foi registrado como seqüestro no 13º Distrito Policial da Casa Verde, bairro da capital paulista onde a vítima foi libertada, às 2h30 da madrugada de hoje (7). Segundo relato do empresário, os homens estariam armados com fuzis AR-15. Durante o período em que Zarzur Jr. ficou desaparecido, não houve nenhum pedido de resgate. Ao ser libertado, Zarzur Jr. registrou a ocorrência informando à polícia que os seqüestradores ficaram com um relógio de ouro. Até o final da tarde de hoje (7), ele não tinha prestado depoimento na delegacia de São Sebastião.A polícia civil descarta que o crime contra Zarzur Jr. tenha sido seqüestro ou seqüestro relâmpago. "Ninguém pega uma pessoa, viaja 220 quilômetros com ela só para roubar um relógio. A polícia não acredita em seqüestro", afirmou Rodrigues Filho. A polícia civil trabalha com outras hipóteses, como vingança por cobrança de dívidas. "Não podemos revelar quais são as hipóteses para não atrapalhar as investigações". A mulher de Zarzur Jr. vai ser ouvida na próxima sexta-feira (10). "Estamos tentando intimá-lo também". INVESTIGAÇÕES - Zarzur Jr. é investigado por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e sonegação fiscal. No ano passado, o Estado denunciou que ele participava de um esquema de venda de terrenos para a empresa Belomar, que pertence ao Riviera Group. No esquema, os terrenos eram superfaturados e vendidos à empresa que teria recebido promessa de benefícios por parte da prefeitura.A investigação sobre o dinheiro desviado e o patrimônio de Zarzur Jr. está na fase de perícia documental. "Sabemos que pela mão dele já passaram cerca de R$ 20 milhões, mas a polícia ainda não sabe o patrimônio atual", diz o delegado seccional que acompanha o caso, Francisco Rodrigues. O empresário teve parte dos bens seqüestrados e apreendidos. "Não temos o valor exato, mas vai desde objetos falsificados até carros, lanchas, caminhões e apartamentos".
Agência Estado em 8-7-2007
Dr. Juan Garcia e sua família foram vítimas de uma tentativa de homicídio,
na madrugada de domingo. Prefeito descarta relação com onda de violênciaA Delegacia Seccional do Litoral Norte, da Polícia Civil do Estado de São Paulo, é a responsável pelas investigações do atentado contra o prefeito de São Sebastião, Dr. Juan Garcia, ocorrido na madrugada do último domingo (16/07). Ele, sua esposa, a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Rosa Mota, e os três filhos voltavam do 2º Arraiá Caiçara, por volta das 2h, quando o carro foi alvejado em uma das ruas do bairro. Um homem saiu de um matagal próximo à ponte do rio da Reserve e disparou várias vezes, de frente com o veículo. Dr. Juan, que dirigia o carro, fez movimentos de um lado para o outro e conseguiu esbarrar no marginal. Os tiros acertaram o pára-brisa, o capô, a porta do motorista e um dos vidros de trás, num total de oito. Felizmente, ninguém ficou ferido. De imediato, o prefeito de São Sebastião acionou a polícia.A hipótese de tentativa de assalto é descartada. Na manhã de domingo, Dr. Juan Garcia concedeu uma entrevista coletiva. "Quem vem assaltar talvez não saia de trás de uma árvore já atirando. Foram vários tiros, de pistola automática. Nunca passei por algo semelhante", declarou o prefeito.Ele descarta a relação do atentado com a onda de ataques de violência no Estado. "Era bem dirigido ao prefeito, algo que parecia encomendado", finalizou.
Fonte: Departamento de Comunicação da Prefeitura
30 de dez. de 2026
IRMÃO DE LULA INVESTIGADO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça (5), em Nova Délhi, que tentará separar seus papéis de irmão e de Presidente da República ao lidar com a operação da Polícia Federal que alcançou seu irmão mais velho, Genival Inácio da Silva, suspeito de tráfico de influência.
Ele disse que vai fazer o mesmo quando tratou com o papa Bento XVI da questão do aborto. "Como irmão, eu tenho um carinho pelo Vavá extraordinário. É um dos melhores irmãos.
05/06/2007
PF indicia irmão de Lula por tráfico de influência
VAVÁ EMÍDINHO MENDES
Mais Vavá: contribuindo com a memória nacional
Ao contrário da turma do Direito Achado na Rua, gosto de colaborar com o legalismo. Ofereço aqui um post de 26 de outubro de 2006. Ali aparece Genival Inácio da Silva, o Vavá. Eu não lhes disse que aquela história de São Sebastião não cheirava bem? Pois então. A Folha informa hoje que a Polícia Federal está investigando o empresário Andelmo Zarzur Júnior. As suspeitas são de sonegação fiscal, ocultação de bens e lavagem de dinheiro. Ele é ligado ao prefeito da cidade, Juan Pons Garcia (PPS), aquele que tem um projeto para verticalizar a cidade. Se aprovado, o Riviera Group, comandado pelo empresário Emídio Mendes, sairia beneficiado. O grupo já comprou muitos terrenos na região. Zarzur chegou a viajar junto com Garcia para Portugal. (...) Genival Inácio da Silva, irmão do presidente Lula, já atuou como lobista de Mendes. Em tempo: o grupo português também atua na área de energia. E Mendes já esteve reunido com um diretor da Petrobras.
LOBBY – O Estadão também volta ao caso de São Sebastião: “As negociações com o Planalto e a Petrobrás por parte do empresário português Emídio Mendes, do Riviera Group, para tentar montar em São Sebastião uma base de exportação de álcool combustível para a Europa, foram intermediadas pelo lobista Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Emídio Mendes queria que a Petrobrás escolhesse a cidade como base estratégica do pólo de álcool e gás do litoral norte. As negociações foram reveladas pela revista Veja, em outubro de 2005. Nota da Petrobrás confirmou e apresentou detalhes da participação de Vavá nas negociações. A estatal admitiu ter 'esboçado um Memorando de Entendimento' com a Nacionalgás, do grupo Riviera.” (...) É certo, conforme foram obrigados a revelar a Petrobrás e o governo, que Emídio Mendes aprofundou as negociações após ser recebido no Palácio do Planalto pelo assessor especial de Lula, César Alvarez, e, em segunda audiência, pelo secretário particular da Presidência, Gilberto Carvalho. Vavá esteve em ambas. Após duas semanas, a Petrobrás desistiu da negociação com a Nacionalgás, que admitiu ter pago as passagens de Vavá a Brasília.”
31 de dez. de 2025
Roberto Brum chega pela mão de Emídio Mendes
Actualmente em gozo de férias no Brasil, Roberto Brum apenas se tornou num alvo possível para o Braga graças a uma curiosa aproximação do empresário Emídio Mendes, ligado aos ramos da construção civil e hoteleira, à SAD dos minhotos. Investidor nos últimos anos na Académica e Leiria, onde foi colocando vários jogadores, o proprietário do Hotel Riviera, em Carcavelos, viu no clube nortenho um excelente ponto de partida para concretizar bons negócios futuros e o seu primeiro contributo foi a cedência do médio-defensivo brasileiro, um jogador pouco acessível do ponto de vista financeiro, depois de ter acordado com a Briosa a rescisão do seu contrato, que era válido por mais um ano. Numa operação-relâmpago feita na semana passada, Roberto Brum viajou até Braga para assinar um compromisso válido por duas temporadas, mas o dono do seu passe continuará a ser Emídio Mendes, que pagou 700 mil dólares ao Curitiba há quatro anos, antes de colocá-lo na Académica, precisamente nos mesmos moldes. Amigo de longa data de José Veiga, o antigo director-geral do Benfica, Emídio Mendes representa, entre outros jogadores, Marcel (São Paulo), André Luís (Cruzeiro), Renato Silva (Botafogo) e Filipe Melo (Racing Santander).
31 de dez. de 2024
DONO DOS JARDINS DO MONDEGO CONTROLOU O INDEPENDENTE, COMPROU JORNAL INCENDIADO E FUNDA JORNAL EM PORTUGAL
A jornalista é uma das principais accionistas do semanário, com cerca de 20% do capital, a par de José Gonçalves, com 30%, e da sociedade Segecamp, com 24%. "
Fonte: Agencia Financeira
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Base de Dados
Publicações Periódicas Registadas no ICS
Imprensa Livre (Semanal)
Num. Registo
125156
Director
Paulo Sérgio dos Santos
Proprietário
Segecamp - Serviços Gerais de Comunicação Marketing e Publicidade Lda
Redacção
R. Pedro Alvares Cabral 47 - Edif. Sanremo Junqueiro
C.Postal
2775-615 Carcavelos
Telefone
214584230
Fax
214584239
Sítio
segecamp@rivierasgps.pt
Fonte ICS
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06/05/2006
Jornal se diz perseguido por prefeito
Agência Estado
Uma seqüência de denúncias publicadas contra a administração municipal nos últimos meses e um jornal ameaçado de ter suas atividades encerradas por supostas irregularidades apontadas pela prefeitura. O que para a prefeitura de São Sebastião, no litoral norte, é uma coincidência e a necessidade de se fazer cumprir a lei, para um dos donos do jornal Imprensa Livre, Igor Veltman, é uma tentativa do prefeito Juan Pons Garcia (PPS) de censurar o diário e desviar o foco das reportagens.
19/5/2006
MUNDO LUSIADA
A sede do jornal Imprensa Livre, na cidade de São Sebastião, litoral Norte de São Paulo, foi atingido ontem, 18, por um incêndio criminoso.Três homens encapuzados e armados com espingardas calibre 12 e pistolas invadiram o prédio do jornal pelo parque gráfico e renderam os trabalhadores do setor e invadiram o departamento de diagramação do jornal.Em seguida jogaram gasolina no parque gráfico e incendiaram uma impressora e toda edição que estava prestes a ser entregue aos leitores.23/5/2006Cale a boca, jornalista: Imprensa Livre, pero no mucho
O editor-chefe do "Imprensa Livre", Igor Veltman, 48, relacionou o ataque à gráfica e à redação do jornal, sofrido na madrugada da última quinta, em São Sebastião (litoral norte de SP), a denúncias veiculadas nos últimos meses de supostas irregularidades envolvendo a administração municipal.Por Pedro Venceslau, da redação
Na madrugada do último dia 18 de maio, a fatídica quinta-feira dos ataques do PCC, a gráfica do jornal Imprensa Livre, de São Sebastião, foi invadida por um grupos de homens encapuzados que se diziam da facção criminosa liderada por Marcola.Durante o ataque, boa parte da edição e das máquinas de impressão foram queimadas. Igor Veltman, editor-chefe do jornal, que é a única publicação da cidade, descarta que a ação tenha sido orquestrada pelo Primeiro Comando da Capital e acredita em retaliação da Prefeitura, que, por sua vez, nega participação no crime. A Prefeitura prefere não se manifestar sobre as declarações.
SÃO SEBASTIÃO - "Foram longos dez minutos de horror", foi desta maneira que o editor-chefe do jornal Imprensa Livre, Igor Veltman, descreveu o atentado que sofreu, juntou com outros cinco funcionários, na madrugada desta quinta-feira, em São Sebastião, Litoral Norte Paulista. O prédio do diário, que circula pelas as cidades do Litoral Paulista, foi invadido por três homens por volta das 3h40 da manhã.Armados e encapuzados eles chegaram à gráfica, onde obrigaram quatro trabalhadores a se deitarem no chão. Deram coronhadas e fizeram ameaças. Depois foram até a sala de diagramação e renderam outro funcionário. Da redação, o editor-chefe percebeu a ação e saiu correndo. "Tentei fugir por um corredor, mas a porta estava trancada, aí fiquei no escuro, assistindo tudo".Com gasolina os bandidos atearam fogo nos exemplares que estavam prontos e ainda destruíram alguns equipamentos como uma guilhotina e impressoras. Antes de fugirem a pé, ainda estouraram uma bomba caseira no local. Na saída, apontaram a arma para o fotógrafo Reginaldo Pupo e para o repórter César Rodrigues, mas não atiraram. .Apesar da semelhança com os atentados promovidos nos últimos dias com facções criminosas, a polícia civil não acredita que o fato tenha ligação com o crime organizado. "Esta hipótese está descartada", informou na tarde desta quinta-feira o diretor do Deinter 1, delegado Waldomiro Bueno Filho. As investigações seguiram hoje, mas formalmente os funcionários começam a ser ouvidos na sexta-feira e na próxima semana. "Temos suspeitos e pelas investigações é uma disputa local", informou o delegado José Lamartine Fagundes, que conduz a apuração do crime.Para o editor-chefe, está claro que se trata de crime político. "Acreditamos em oportunismo. Usaram o momento e o nome do PCC para impedir o jornal de circular. A imparcialidade incomoda muito". Na edição desta quinta-feira, a matéria de capa era a decisão da Justiça de obrigar a prefeitura a responder cerca de trinta requerimentos da Câmara, sob pena de multa diária de R$2.500."Comemoramos a decisão judicial que devolve aos vereadores o direito de fiscalizar, de atuar. Quanto ao atentado ao jornal, em nenhum lugar do País houve ataque, só em São Sebastião. É lamentável, claro que não é o PCC, são pessoas tentando calar o jornal", comentou o presidente da Câmara, Wagner Teixeira (PV). O jornal circula diariamente há 16 anos e há algum tempo se diz perseguido pelo prefeito da cidade, Juan Ponz Garcia. Por meio da assessoria de imprensa, a prefeitura nega as acusações de perseguição não comentou o atentado ao jornal.
26/10/2006
Polêmica: Grupo suspeito de esquema de favorecimento com prefeito compra jornal de oposição em SP
Redação Portal IMPRENSAO
Grupo Riviera e o empresário Andelmo Zarzur Júnior assumiram, na semana passada, o controle do jornal Imprensa Livre, no litoral norte de São Paulo.A publicação, única diária na região, fazia forte oposição ao prefeito de São Sebastião, Juan Pons Garcia (PPS). O prefeito, a empresa e o executivo estão sendo investigados há três meses pela Polícia Federal, por suspeitas de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.Garcia pode ter tentado, segundo a Folha de S. Paulo, mudar a lei de uso do solo e o Plano Diretor da cidade para beneficiar o Grupo Riviera, que já empregou Zarzur e comprou uma série de terrenos em São Sebastião; essas áreas seriam valorizadas com a permissão, via Plano Diretor, da construção de prédios com mais de 20 metros, atualmente proibidos.O ex-proprietário do Imprensa Livre, Igor Veltman, declarou que vendeu a publicação por conta de dívidas e ameaças sofridas recentemente.Há cerca de três meses o prédio do jornal foi incendiado, gerando prejuízos da ordem de R$ 100 mil; as causas do acidente ainda estão sendo investigadas pela polícia.Além destes gastos, o jornal deixou de veicular os editais da prefeitura de São Sebastião, que geravam receita de R$ 1,5 milhão por ano; Juan Garcia, que criou o Boletim Oficial do Município, alegou "redução de despesas" para interromper o repasse à Imprensa Livre.
Grupo comprou principal jornal da cidade
O Estado de São Paulo/Hojewww.estado.com.br'
Imprensa Livre' teria sido boicotado por criticar prefeito de São Sebastião
O jornal Imprensa Livre, diário do litoral norte com sede em São Sebastião, foi vendido esta semana para o Riviera Group, representado no Brasil pelo empresário português Emídio Mendes. O valor não foi revelado. 'Podemos dizer que ficaram com as dívidas', disse um dos diretores, Igor Veltman. Os problemas financeiros do jornal começaram quando a prefeitura deixou de publicar editais em suas páginas, no início da administração do prefeito Juan Garcia (PPS), no ano passado.
Jornal Imprensa Livre - Riviera Norte Editora Ltda.Rua Mansueto Pierotti, 622 - Centro - São Sebastião - CEP: 11600-000
Diretor responsável:André Luiz Valente Mendes
Gerência:Daniel Barbosa
30 de dez. de 2023
Limite vertical
*Por Bárbara MoreiraO projeto de lei da implantação das Zeis – Zonas de Especial Interesse Social –, em São Sebastião, que previa aumento na altura-limite de construções ao longo da orla, não é o mesmo. Isso porque já não é mais projeto. Foi aprovado em 22 de fevereiro por unanimidade pela Câmara Municipal, após derrubarem a liminar do Ministério Público Estadual que barrava sua votação. Porém, o conteúdo da recém-aprovada lei não continuou igual. Depois de maciça pressão popular – que contou com a petição “Diga não à Verticalização de São Sebastião”, assinada por 16316 pessoas –, a prefeitura decidiu mudar o texto da lei. Em vez dos cinco andares pretendidos, a altura máxima dos prédios voltou a ser de três andares.Mas o risco de tornar as praias de São Sebastião em meras concentrações de prédios à beira-mar não está totalmente afastado. Embora as alterações tenham sido uma considerável vitória, para os freqüentadores que abominam a verticalização ainda há muitas questões pendentes no que se refere aos lugares onde serão construídas as Zeis. No site da prefeitura do município, um mapa (quase impossível de baixar) mostra as áreas reservadas para as zonas. No entanto, o artigo 3º da lei prevê a criação das Zeis por meio de decreto, contradizendo a idéia de que estas só seriam instituídas nos lugares previamente demarcados. Inclusive o prefeito de São Sebastião, Juan Pons Garcia, já editou quatro decretos criando as zonas de Vila Barreira, Vila Débora, Vila Sahy e Vila Tropicanga. Desconsiderando o fato de que mudanças no uso e ocupação do solo só podem ser feitas por lei, Garcia poderia implantar as zonas onde bem quisesse ou fosse mais oportuno para investidores. Desde o início das discussões em torno do Plano Diretor, do qual faz parte o projeto das Zeis, o prefeito tem sido acusado pelo vice-prefeito, Paulo Henrique Santana, de favorecer o conglomerado de hotelaria Riviera Group, proprietário de diversos terrenos no litoral.A esperançaO Ministério Público Estadual pretende mover uma ação contra a prefeitura para impedir que alterações dessa natureza sejam feitas de forma arbitrária A promotora de Habitação e Urbanismo de São Paulo, Claúdia Maria Beré, confirma essa intenção. “O MP estuda a adoção de medida contra a Lei das ZEIS justamente em razão da indevida delegação de poder e por ter colocado o ‘carro na frente dos bois’, já que deveria haver o planejamento da cidade, como um todo, antes de se criarem as ZEIS”, diz Beré.O site da Trip continuará acompanhando.
O que segura Encarnação?
Catarina Martins Militante , do Bloco , de Esquerda . jn
29 de dez. de 2023
Tribunal quer novos peritos nos Jardins do Mondego


Urbanização polémicaO colectivo de juízes que iniciou ontem o julgamento da presumível violação do Plano Director Municipal (PDM) de Coimbra, pela urbanização Jardins do Mondego, requereu uma segunda peritagem para apurar se o Lote 1 do empreendimento está construído sobre zona verde. Não foram, por isso, ouvidas as testemunhas dos réus - a Câmara de Coimbra, que licenciou a urbanização, e o fundo de investimento da Caixa Geral de Depósitos (Fundimo), a favor do qual o empresário Emídio Mendes a alienou.A presidente do colectivo do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra (TAFC), Maria Helena Canelas, justificou a segunda peritagem com o facto de a primeira conter conclusões diversas. A perita nomeada pela Câmara, a chefe de divisão municipal Conceição Pinheiro, defendeu que o edifício do lote 1 não invadiu a zona verde. Já as peritas Isabel Matias (Ordem dos Arquitectos) e Maria do Céu Sacadura (CCDRC), nomeadas pelo TAFC e pelo procurador do Ministério Público João Garcia, defenderam que o mesmo lote ocupa 576 metros quadrados de zona verde.As divergências têm a ver com o uso de "metodologias" diferentes, na medição do corredor verde de 50 metros de largura que, segundo o PDM, deveria ligar o Jardim Botânico ao Parque Verde do Mondego. As peritas da CCDRC e da Ordem começaram a medir o corredor a partir do edifício da 1ª Repartição de Finanças de Coimbra, enquanto Conceição Pinheiro sobrepôs a planta do loteamento à do PDM. Não fizeram medições no local.No final da sessão, a juíza chamou a atenção para a necessidade de os próximos cinco peritos se socorrerem "de todos os meios técnicos necessários ao bom desempenho das suas funções". O Ministério Público alega que o Lote 18 da urbanização, projectada pelo arquitecto Gonçalo Byrne, também viola o PDM. A defesa argumenta que se trata de uma cave com 137 lugares de estacionamento de apoio à zona verde. N. Morais - jn- 22-3-2007
28 de dez. de 2023
Jardins do Mondego hoje em julgamento
João Luís Campos - Diário de Coimbra
Processo de Eduardo Simões começa hoje
26 de dez. de 2023
Etanol
25 de dez. de 2023
Conluio

António Tavares-Teles-Jornalista-DN
1. Os detalhes que têm saído para a comunicação social sobre o (creio que é a palavra exacta) conluio entre o presidente da Académica e, até há algum tempo, superintendente da Direcção Municipal de Administração do Território da Câmara Municipal de Coimbra - José Eduardo Simões - e o empresário Emídio Mendes, conluio esse traduzido não só em donativos ao clube dos estudantes mas igualmente empréstimos (contra, pelo visto, alguns favores) que atingiram os 3 589 000,00 euros, uma bonita soma indubitavelmente... A ser verdade - e creio que é - é grave